Voltar
Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Pacto ambiental dos EUA desperta críticas.
O acordo anunciado ontem por seis países, liderados pelos Estados Unidos, para reduzir a emissão de gases poluentes via desenvolvimento de novas tecnologias, foi criticado por grupos ecologistas, que denunciam uma nova tentativa de fazer o Protocolo de Kyoto fracassar.
Para Tony Juniper, diretor da ONG Amigos da Terra, o fato de o presidente dos Estados Unidos (George W. Bush) não ter revelado o acordo na recente cúpula do G8 na Escócia é "um tapa" no primeiro-ministro do Reino Unido (Tony Blair), anfitrião do encontro. "Tenho medo de que seja outra tentativa de fazer o Protocolo de Kyoto fracassar. Também temo que a iniciativa funcione como uma mensagem aos países em desenvolvimento, para que comprem as novas tecnologias americanas sem se preocupar com limites de emissão ou calendários", acrescentou Juniper.
O acordo, também assinado por Austrália, Japão, China, Índia e Coréia do Sul, foi anunciado pelo ministro australiano de Assuntos Exteriores, Alexander Downer. Segundo os signatários, esse pacto complementa o Protocolo de Kyoto, criado para reduzir as emissões de gases poluentes da atmosfera - entre eles o dióxido de carbono (CO2) procedente da queima de combustíveis fósseis.
"É um complemento, e não uma alternativa", afirmou o subsecretário americano de Estado, Robert Zoellick. Ao contrário do Protocolo de Kyoto, no entanto, o acordo negociado pelos EUA não fixa metas de redução de emissões.
O ministro britânico do Meio Ambiente, Elliot Morley, elogiou o acordo e declarou à BBC que é importante "a colaboração na tarefa de combater a mudança climática, porque isso foi decidido na Escócia". O principal assessor científico do governo de Londres, David King, também elogiou o acordo, mas reconheceu que não sabia nada sobre essas negociações até agora.
King afirmou a importância do desenvolvimento de tecnologias limpas, mas acrescentou que não haverá avanços na luta contra o efeito estufa se ao mesmo tempo não forem estabelecidos limites às emissões de gases nos diferentes países.
Fonte: Folha Online
Para Tony Juniper, diretor da ONG Amigos da Terra, o fato de o presidente dos Estados Unidos (George W. Bush) não ter revelado o acordo na recente cúpula do G8 na Escócia é "um tapa" no primeiro-ministro do Reino Unido (Tony Blair), anfitrião do encontro. "Tenho medo de que seja outra tentativa de fazer o Protocolo de Kyoto fracassar. Também temo que a iniciativa funcione como uma mensagem aos países em desenvolvimento, para que comprem as novas tecnologias americanas sem se preocupar com limites de emissão ou calendários", acrescentou Juniper.
O acordo, também assinado por Austrália, Japão, China, Índia e Coréia do Sul, foi anunciado pelo ministro australiano de Assuntos Exteriores, Alexander Downer. Segundo os signatários, esse pacto complementa o Protocolo de Kyoto, criado para reduzir as emissões de gases poluentes da atmosfera - entre eles o dióxido de carbono (CO2) procedente da queima de combustíveis fósseis.
"É um complemento, e não uma alternativa", afirmou o subsecretário americano de Estado, Robert Zoellick. Ao contrário do Protocolo de Kyoto, no entanto, o acordo negociado pelos EUA não fixa metas de redução de emissões.
O ministro britânico do Meio Ambiente, Elliot Morley, elogiou o acordo e declarou à BBC que é importante "a colaboração na tarefa de combater a mudança climática, porque isso foi decidido na Escócia". O principal assessor científico do governo de Londres, David King, também elogiou o acordo, mas reconheceu que não sabia nada sobre essas negociações até agora.
King afirmou a importância do desenvolvimento de tecnologias limpas, mas acrescentou que não haverá avanços na luta contra o efeito estufa se ao mesmo tempo não forem estabelecidos limites às emissões de gases nos diferentes países.
Fonte: Folha Online
Fonte:
Notícias em destaque
Rastreabilidade da madeira reforça credibilidade do setor florestal brasileiro
Exigência por comprovação de origem fortalece o uso de tecnologias que conectam a produção ao consumidor...
(GERAL)
Sustentabilidade: primeiro a obra, depois a moldura.
Recentemente fui convidado para visitar uma propriedade florestal e emitir uma opinião sobre a sustentabilidade do empreendimento.
Logo...
(SILVICULTURA)
Com 88,5 metros de altura e tronco de quase 10 metros de circunferência, a maior árvore conhecida da Amazônia equivale a um prédio de 30 andares
No norte do Pará, a maior árvore conhecida da Amazônia ergue a copa tão acima da mata que sua altura lembra um...
(GERAL)
Como reaproveitar a serragem com sustentabilidade na marcenaria caseira
Como reaproveitar a serragem na marcenaria caseira?
Depois de serrar, lixar ou ajustar uma peça na garagem, é normal a bancada...
(GERAL)
Setor de árvores cultivadas teme protecionismo dos EUA
Decisão americana sobre tarifa de 25% em produtos como papéis e painéis preocupa setor industrial brasileiro
O...
(MERCADO)
El Niño pode pressionar oferta global de celulose e alterar dinâmica do mercado, avalia JPMorgan
Banco aponta a Suzano como uma das empresas mais resilientes diante dos potenciais impactos do fenômeno climático sobre a...
(MERCADO)














