Voltar
Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Novo câmbio chinês deve beneficiar o Brasil
A valorização do yuan é apontada como uma esperança de incremento das exportações brasileiras para a China numa velocidade mais rápida. "O superávit comercial da China deve começar a cair lentamente. Quem exporta para a China tende a ter algum benefício a médio prazo", disse Fernando Ribeiro da Funcex. Por médio prazo, leia-se um período de pelo menos dois anos.
A balança comercial entre o Brasil e a China ainda tem uma inclinação favorável para o lado brasileiro. No primeiro semestre deste ano, o saldo ficou positivo em US$ 437 milhões. Mas, a julgar pelo ritmo de crescimento das exportações chinesas para o Brasil e pela desaceleração das vendas Brasil para a China, a balança deve pender para o lado chinês em pouco tempo. Nos primeiros seis meses deste ano, as exportações brasileiras para a China caíram 6,6%, ao passo que as importações de produtos chineses subiram 52,3% ante o mesmo período de 2004.
Um yuan mais forte colabora para o aumento do poder de compra dos compradores chineses de matérias-primas. É justamente nesse aspecto que o Brasil pode sair com alguma vantagem. A pauta exportadora brasileira é composta, sobretudo, por commodities, com destaque para soja e minério de ferro. No primeiro semestre deste ano, as vendas de produtos básicos para a China somaram US$ 1,7 bilhão.
Fonte: Folha de S. Paulo
A balança comercial entre o Brasil e a China ainda tem uma inclinação favorável para o lado brasileiro. No primeiro semestre deste ano, o saldo ficou positivo em US$ 437 milhões. Mas, a julgar pelo ritmo de crescimento das exportações chinesas para o Brasil e pela desaceleração das vendas Brasil para a China, a balança deve pender para o lado chinês em pouco tempo. Nos primeiros seis meses deste ano, as exportações brasileiras para a China caíram 6,6%, ao passo que as importações de produtos chineses subiram 52,3% ante o mesmo período de 2004.
Um yuan mais forte colabora para o aumento do poder de compra dos compradores chineses de matérias-primas. É justamente nesse aspecto que o Brasil pode sair com alguma vantagem. A pauta exportadora brasileira é composta, sobretudo, por commodities, com destaque para soja e minério de ferro. No primeiro semestre deste ano, as vendas de produtos básicos para a China somaram US$ 1,7 bilhão.
Fonte: Folha de S. Paulo
Fonte:
Notícias em destaque
Revolução na construção: cientistas criam madeira superforte que pode substituir o aço
Pesquisadores desenvolvem processo de autodensificação que aumenta significativamente a resistência da madeira.
A madeira...
(GERAL)
Além do carvão: conheça a madeira certa para garantir a brasa ideal no seu churrasco
Nem toda lenha é igual; entenda como o tipo de madeira influencia no calor, no sabor da carne e na economia do seu...
(GERAL)
Sem tijolos, a maior estrutura de madeira do mundo tem 86m de altura e prova que o futuro das cidades é feito de árvores
Esqueça o concreto e o aço; o futuro da construção civil pode estar nas árvores. O edifício Ascent MKE,...
(MADEIRA E PRODUTOS)
Mais leve que a fibra de vidro e com resistência comparável, o bambu começa a substituir materiais industriais em compósitos usados na indústria automotiva, esportiva e eólica
Mais leve que a fibra de vidro e com resistência comparável, o bambu começa a substituir materiais industriais em...
(CONSTRUÇÃO CIVIL)
Setor da celulose deve ser principal beneficiado no acordo com europeus
Segundo o secretário Jaime Verruck, da Semadesc, além da abertura de novos mercados, os preços nestes países...
(PAPEL E CELULOSE)
Brasil confirma presença na IMM Cologne 2026: indústria moveleira retoma conexões estratégicas na Alemanha
Após um ano de pausa, a indústria moveleira global volta a se reunir na IMM Cologne, feira que ocorre de 20 a 23 de janeiro de 2026...
(EVENTOS)














