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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Combate à corrupção reduz 90% do desmatamento na Amazônia, afirma ministério
O desmatamento na Amazônia teve uma queda de mais de 90% no mês de junho se comparado ao mesmo período do ano passado, segundo o Ministério do Meio Ambiente (MMA). O diretor do Programa Nacional de Florestas do MMA, Tasso Rezende de Azevedo, diz que ele equivale a menos de mil quilômetros quadrados, quando o dado de 2004 registra, em junho, uma perda de cerca de 10 mil quilômetros quadrados de floresta. Azevedo informa que, em geral, esse é um mês com altos índices de desmatamento.
A estimativa, contrariada, relaciona-se à ação contra o comércio ilegal de madeira. "Foi feito um trabalho grande de investigação e combate à corrupção, como a Operação Curupira, no Mato Grosso, que foi deflagrada justamente em junho e desestruturou todo um esquema de desmatamento ilegal", justificou Azevedo.
Ele atribui a redução do desmatamento, sobretudo, às ações do Plano Nacional de Prevenção e Combate ao Desmatamento na Amazônia, que envolve 14 ministérios e está atuando desde março de 2004. O plano tem ações na área de comando e controle, monitoramento e fiscalização do campo; ações ligadas ao ordenamento do espaço territorial, com a definição das áreas de acordo com a sua utilidade, e ações para fomentar e estimular as atividades econômicas em base sustentável – o manejo florestal e ações de revisão das obras de infra-estrutura.
No ano passado, foram instaladas bases integradas de ação entre a Polícia Federal, o Ibama e o Ministério do Trabalho, por exemplo, para combate a exploração ilegalidade e seus derivados. Segundo o diretor de florestas, no começo deste ano tiveram início algumas grandes operações que culminaram em maio, no sul do Amazonas, e também na região da Terra do Meio, no sul do Pará, onde foram interditados oito milhões de hectares de terra para estudos sobre sua destinação. Outra medida foi a criação de unidades de conservação.
Até o fim do ano, o grupo de trabalho permanente do Plano Nacional de Prevenção e Combate ao Desmatamento na Amazônia pretende definir, em parceria com os governadores de cada estado, ações para a diminuição do desmatamento que sejam constantes e de longo prazo.
JRS
Fonte: Agência Brasil
A estimativa, contrariada, relaciona-se à ação contra o comércio ilegal de madeira. "Foi feito um trabalho grande de investigação e combate à corrupção, como a Operação Curupira, no Mato Grosso, que foi deflagrada justamente em junho e desestruturou todo um esquema de desmatamento ilegal", justificou Azevedo.
Ele atribui a redução do desmatamento, sobretudo, às ações do Plano Nacional de Prevenção e Combate ao Desmatamento na Amazônia, que envolve 14 ministérios e está atuando desde março de 2004. O plano tem ações na área de comando e controle, monitoramento e fiscalização do campo; ações ligadas ao ordenamento do espaço territorial, com a definição das áreas de acordo com a sua utilidade, e ações para fomentar e estimular as atividades econômicas em base sustentável – o manejo florestal e ações de revisão das obras de infra-estrutura.
No ano passado, foram instaladas bases integradas de ação entre a Polícia Federal, o Ibama e o Ministério do Trabalho, por exemplo, para combate a exploração ilegalidade e seus derivados. Segundo o diretor de florestas, no começo deste ano tiveram início algumas grandes operações que culminaram em maio, no sul do Amazonas, e também na região da Terra do Meio, no sul do Pará, onde foram interditados oito milhões de hectares de terra para estudos sobre sua destinação. Outra medida foi a criação de unidades de conservação.
Até o fim do ano, o grupo de trabalho permanente do Plano Nacional de Prevenção e Combate ao Desmatamento na Amazônia pretende definir, em parceria com os governadores de cada estado, ações para a diminuição do desmatamento que sejam constantes e de longo prazo.
JRS
Fonte: Agência Brasil
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