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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Paraná quer limitar corte de araucária
A Câmara Técnica que discute a preservação florestal no Paraná deve aprovar em breve uma instrução normativa que restringe intervenções na mata de araucária. O grupo, formado por representantes do Instituto Ambiental do Paraná (IAP), do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e de outros órgãos, se reuniu ontem e propôs mudanças no projeto do documento.
De acordo com o texto ao qual a Gazeta do Povo teve acesso, nas áreas de mata de araucária em estado avançado de regeneração (quando as árvores já superaram os 15 metros de altura) continuariam proibidos o corte total das árvores de uma área, o recolhimento de material lenhoso caído por razões naturais, o corte isolado de árvores e intervenções com técnicas de manejo. Na mata em estado médio de regeneração (árvores entre 8 e 17 metros), seria proibido o corte total, e outros procedimentos precisariam de autorização.
Meta é recuperar 30% da floresta
Atualmente, a mata de araucária em estado avançado de regeneração ocupa apenas 60 mil hectares, ou 0,8% de seu território original, explicou o gerente do Ibama no Paraná, Marino Gonçalves. No entanto, 14% da área é ocupada por floresta de araucária em estado médio de regeneração e há outros 14% em estado inicial.
O objetivo das novas medidas, segundo Gonçalves, é facilitar a transição entre os estágios. “Nossa meta é que, até 2015, já tenhamos recuperado 30% da mata de araucária original, tirando o pinheiro do perigo em que se encontra atualmente”, estima o gerente do Ibama.
Fonte: Gazeta do Povo
De acordo com o texto ao qual a Gazeta do Povo teve acesso, nas áreas de mata de araucária em estado avançado de regeneração (quando as árvores já superaram os 15 metros de altura) continuariam proibidos o corte total das árvores de uma área, o recolhimento de material lenhoso caído por razões naturais, o corte isolado de árvores e intervenções com técnicas de manejo. Na mata em estado médio de regeneração (árvores entre 8 e 17 metros), seria proibido o corte total, e outros procedimentos precisariam de autorização.
Meta é recuperar 30% da floresta
Atualmente, a mata de araucária em estado avançado de regeneração ocupa apenas 60 mil hectares, ou 0,8% de seu território original, explicou o gerente do Ibama no Paraná, Marino Gonçalves. No entanto, 14% da área é ocupada por floresta de araucária em estado médio de regeneração e há outros 14% em estado inicial.
O objetivo das novas medidas, segundo Gonçalves, é facilitar a transição entre os estágios. “Nossa meta é que, até 2015, já tenhamos recuperado 30% da mata de araucária original, tirando o pinheiro do perigo em que se encontra atualmente”, estima o gerente do Ibama.
Fonte: Gazeta do Povo
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