Voltar
Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Dez mil castanheiras derrubadas no sul do Pará
A castanheira, árvore ameaçada de extinção na Amazônia e cujo corte e comercialização estão proibidos no país há onze anos pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) continua sendo dizimada no sul do Pará. Fiscais do órgão flagraram nesta segunda-feira, numa fazenda em São Geraldo do Araguaia, na fronteira paraense com o estado do Tocantins, dez mil árvores abatidas, cortadas em toras e muitas já serradas prontas para venda em São Paulo e Paraguai, para onde seriam contrabandeadas. O madeireiro, cujo nome está sendo investigado pelo Ibama, será multado e processado pela lei de crimes ambientais.
O chefe da fiscalização do Ibama em Marabá, Norberto Souza Neves, disse que árvores do diâmetro de um homem foram extraídas de maneira ilegal e depois levadas para uma serraria, onde foram apreendidas. "Esta árvore aqui é rara, mas não escapou da devastação. Ela deve ter entre 180 e 200 anos", avaliou um fiscal, apontando para uma castanheira no chão.
O que chamou a atenção dos fiscais, segundo o gerente executivo do Ibama na região, Ademir Martins, foi o baixo preço cobrado pelo metro cúbico de cada castanheira derrubada: R$ 13,00. Em São Paulo, por exemplo, o mesmo metro cúbico seria revendido por mais de R$ 450. No Paraguai, vale até R$ 700.
A castanha do Pará é tida como alimento altamente nutritivo e com baixíssimo teor de gordura. Uma amêndoa equivale a seis copos de leite. Ela também possui eficácia medicinal comprovada cientificamente no combate ao radicais livres, responsáveis por doenças como hipertensão e câncer.
Carlos Mendes
Fonte: Estadão
O chefe da fiscalização do Ibama em Marabá, Norberto Souza Neves, disse que árvores do diâmetro de um homem foram extraídas de maneira ilegal e depois levadas para uma serraria, onde foram apreendidas. "Esta árvore aqui é rara, mas não escapou da devastação. Ela deve ter entre 180 e 200 anos", avaliou um fiscal, apontando para uma castanheira no chão.
O que chamou a atenção dos fiscais, segundo o gerente executivo do Ibama na região, Ademir Martins, foi o baixo preço cobrado pelo metro cúbico de cada castanheira derrubada: R$ 13,00. Em São Paulo, por exemplo, o mesmo metro cúbico seria revendido por mais de R$ 450. No Paraguai, vale até R$ 700.
A castanha do Pará é tida como alimento altamente nutritivo e com baixíssimo teor de gordura. Uma amêndoa equivale a seis copos de leite. Ela também possui eficácia medicinal comprovada cientificamente no combate ao radicais livres, responsáveis por doenças como hipertensão e câncer.
Carlos Mendes
Fonte: Estadão
Fonte:
Notícias em destaque
Rastreabilidade da madeira reforça credibilidade do setor florestal brasileiro
Exigência por comprovação de origem fortalece o uso de tecnologias que conectam a produção ao consumidor...
(GERAL)
Sustentabilidade: primeiro a obra, depois a moldura.
Recentemente fui convidado para visitar uma propriedade florestal e emitir uma opinião sobre a sustentabilidade do empreendimento.
Logo...
(SILVICULTURA)
Com 88,5 metros de altura e tronco de quase 10 metros de circunferência, a maior árvore conhecida da Amazônia equivale a um prédio de 30 andares
No norte do Pará, a maior árvore conhecida da Amazônia ergue a copa tão acima da mata que sua altura lembra um...
(GERAL)
Como reaproveitar a serragem com sustentabilidade na marcenaria caseira
Como reaproveitar a serragem na marcenaria caseira?
Depois de serrar, lixar ou ajustar uma peça na garagem, é normal a bancada...
(GERAL)
Setor de árvores cultivadas teme protecionismo dos EUA
Decisão americana sobre tarifa de 25% em produtos como papéis e painéis preocupa setor industrial brasileiro
O...
(MERCADO)
El Niño pode pressionar oferta global de celulose e alterar dinâmica do mercado, avalia JPMorgan
Banco aponta a Suzano como uma das empresas mais resilientes diante dos potenciais impactos do fenômeno climático sobre a...
(MERCADO)














