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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Casa Civil estuda proibição temporária de desmatamento, diz Marina Silva
A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, confirmou que o governo federal estuda a possibilidade de proibir desmatamentos nas florestas brasileiras em períodos que vão de seis meses a um ano. Marina define a medida como um "sistema de freios", porque continuaria permitindo o manejo florestal sustentável e a possibilidade do corte de até três hectares de florestas. O projeto está sob a análise da Casa Civil.
"Esta medida que está sendo chamada de moratória não é só para o estado do Mato Grosso, como já foi divulgado. O que está se discutindo dentro do governo é o que chamamos de sistema de freios. Queremos que os estados tenham um sistema para o licenciamento de propriedades rurais e que este sistema tenha representatividade. Não é propriamente uma moratória", explicou.
O plano foi bem recebido pelo interventor do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) em Mato Grosso, Elielson Ayres. A moratória, assegurou, é fundamental para um maior controle do desmatamento na região, uma vez que os órgãos fiscalizadores estão desaparelhados. "Se paralisarmos o desmatamento de seis meses a um ano, poderemos convergir esforços técnicos para o plano de manejo das florestas. Além disso, qualquer foco de desmatamento que o satélite apontar será ilegal e punível", ressaltou.
Já o diretor do grupo ambientalista Amigos da Terra, Roberto Smeraldi, defendeu que a proibição tenha a maior duração possível. "Por exemplo, o desmatamento em Mato Grosso vai de maio a julho. Se a moratória fosse implementada hoje, ela não pegaria o período critico e seria ineficaz", argumentou.
GM
Agência Brasil
"Esta medida que está sendo chamada de moratória não é só para o estado do Mato Grosso, como já foi divulgado. O que está se discutindo dentro do governo é o que chamamos de sistema de freios. Queremos que os estados tenham um sistema para o licenciamento de propriedades rurais e que este sistema tenha representatividade. Não é propriamente uma moratória", explicou.
O plano foi bem recebido pelo interventor do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) em Mato Grosso, Elielson Ayres. A moratória, assegurou, é fundamental para um maior controle do desmatamento na região, uma vez que os órgãos fiscalizadores estão desaparelhados. "Se paralisarmos o desmatamento de seis meses a um ano, poderemos convergir esforços técnicos para o plano de manejo das florestas. Além disso, qualquer foco de desmatamento que o satélite apontar será ilegal e punível", ressaltou.
Já o diretor do grupo ambientalista Amigos da Terra, Roberto Smeraldi, defendeu que a proibição tenha a maior duração possível. "Por exemplo, o desmatamento em Mato Grosso vai de maio a julho. Se a moratória fosse implementada hoje, ela não pegaria o período critico e seria ineficaz", argumentou.
GM
Agência Brasil
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