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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Setor florestal deve ter investimentos de US$ 2 bi
O setor florestal no Brasil vai atrair investimentos de US$ 20 bilhões até o ano 2012. A estimativa é baseada em estudo da empresa paranaense STCP Engenharia de Projetos, realizado a pedido do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) em 26 países da América Latina.
Os pesquisadores elaboraram o Índice de Atração ao Investimento Florestal (IAIF), que vai orientar investidores e governos sobre a situação e as perspectivas de negócios no segmento.
Conforme dados do estudo, o Brasil é o país com mais atrativos para investimentos no setor florestal. "O segmento de papel e celulose vai receber a maior parte dos aportes, cerca de US$ 14 bilhões. Os outros US$ 6 bilhões serão investidos principalmente na indústria de produtos de madeira sólida", explica o gerente de operações da STCP Engenharia de Projetos, Marco Tuoto. "A previsão de investimentos para o Chile e Uruguai até 2012 não passa de US$ 4 bilhões e US$ 2 bilhões, respectivamente", compara.
O IAIF do Brasil alcançou 60 pontos, enquanto o segundo colocado, o Chile, somou 53 pontos. Argentina, Uruguai e Costa Rica completam a relação dos cinco mais bem posicionados do ranking. "É a primeira vez no mundo que um índice é desenvolvido para medir a capacidade de negócios do setor florestal. Será uma ferramenta importante para direcionar investimentos e políticas de incentivos", relata Tuoto.
O estudo, que deverá ser atualizado a cada dois anos, considera fatores intra e extra-setoriais. "No que diz respeito a quesitos como recursos florestais e disponibilidade de terras de vocação florestal, o Brasil vai muito bem. Os problemas estão em variáveis como política econômica e social, acesso a crédito, juros e restrições ambientais", explica Tuoto.
De acordo com o gerente da STCP, por enquanto, as questões extra-setoriais ainda não afetam o desempenho do País no IAIF. "Nos próximos anos o fluxo de investimentos no setor na América Latina se destinará principalmente ao quadrilátero florestal, que engloba o Sul do Brasil, Norte do Uruguai, Nordeste da Argentina e várias regiões do Chile", conclui.
De acordo com dados da Associação Brasileira da Indústria de Madeira Processada Mecanicamente (ABIMCI), os produtos florestais geram negócios anuais de US$ 132 bilhões no mundo. O Brasil responde por cerca de 4% do volume total, com exportações, no ano passado, de US$ 5,9 bilhões.
Fonte: DCI
Os pesquisadores elaboraram o Índice de Atração ao Investimento Florestal (IAIF), que vai orientar investidores e governos sobre a situação e as perspectivas de negócios no segmento.
Conforme dados do estudo, o Brasil é o país com mais atrativos para investimentos no setor florestal. "O segmento de papel e celulose vai receber a maior parte dos aportes, cerca de US$ 14 bilhões. Os outros US$ 6 bilhões serão investidos principalmente na indústria de produtos de madeira sólida", explica o gerente de operações da STCP Engenharia de Projetos, Marco Tuoto. "A previsão de investimentos para o Chile e Uruguai até 2012 não passa de US$ 4 bilhões e US$ 2 bilhões, respectivamente", compara.
O IAIF do Brasil alcançou 60 pontos, enquanto o segundo colocado, o Chile, somou 53 pontos. Argentina, Uruguai e Costa Rica completam a relação dos cinco mais bem posicionados do ranking. "É a primeira vez no mundo que um índice é desenvolvido para medir a capacidade de negócios do setor florestal. Será uma ferramenta importante para direcionar investimentos e políticas de incentivos", relata Tuoto.
O estudo, que deverá ser atualizado a cada dois anos, considera fatores intra e extra-setoriais. "No que diz respeito a quesitos como recursos florestais e disponibilidade de terras de vocação florestal, o Brasil vai muito bem. Os problemas estão em variáveis como política econômica e social, acesso a crédito, juros e restrições ambientais", explica Tuoto.
De acordo com o gerente da STCP, por enquanto, as questões extra-setoriais ainda não afetam o desempenho do País no IAIF. "Nos próximos anos o fluxo de investimentos no setor na América Latina se destinará principalmente ao quadrilátero florestal, que engloba o Sul do Brasil, Norte do Uruguai, Nordeste da Argentina e várias regiões do Chile", conclui.
De acordo com dados da Associação Brasileira da Indústria de Madeira Processada Mecanicamente (ABIMCI), os produtos florestais geram negócios anuais de US$ 132 bilhões no mundo. O Brasil responde por cerca de 4% do volume total, com exportações, no ano passado, de US$ 5,9 bilhões.
Fonte: DCI
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