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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Direção nacional do Ibama defende moratória de 1 ano
O presidente nacional do Ibama, Marcos Barros, quer o apoio do governo federal para proibir por até um ano o desmatamento em áreas de floresta em Mato Grosso.
Ele defende a tese de que a "moratória" é fundamental para conter o avanço da destruição da Floresta Amazônica na região Norte do Estado. Vinte municípios de Mato Grosso lideram a lista dos que mais desmataram nos últimos meses, entre os nove estados da Amazônia Legal. A assessoria do Ibama em Brasília afirmou à reportagem que a decisão depende do Executivo e que isso pode ser formatado também em um Projeto de Lei.
O presidente do órgão disse acreditar em um "acordo entre as partes", referindo-se aos madeireiros, para "bloquear o desmatamento" na região. Para fazer valer a medida, o governo federal terá que convencer o setor especializado na extração de madeira em Mato Grosso, que alega estar em crise após a Operação Curupira.
O Estado tem bases operacionais em Alta Floresta, Guarantã do Norte, Vila Rica, Sinop e Juína para combater o desmatamento. Cerca de 100 fiscais e analistas ambientais de outras regiões foram deslocados para a Amazônia. Além de equipamentos, veículos e até aeronaves a disposição, os fiscais contam com o reforço do Exército.
Fonte:Gazeta Mercantil
Ele defende a tese de que a "moratória" é fundamental para conter o avanço da destruição da Floresta Amazônica na região Norte do Estado. Vinte municípios de Mato Grosso lideram a lista dos que mais desmataram nos últimos meses, entre os nove estados da Amazônia Legal. A assessoria do Ibama em Brasília afirmou à reportagem que a decisão depende do Executivo e que isso pode ser formatado também em um Projeto de Lei.
O presidente do órgão disse acreditar em um "acordo entre as partes", referindo-se aos madeireiros, para "bloquear o desmatamento" na região. Para fazer valer a medida, o governo federal terá que convencer o setor especializado na extração de madeira em Mato Grosso, que alega estar em crise após a Operação Curupira.
O Estado tem bases operacionais em Alta Floresta, Guarantã do Norte, Vila Rica, Sinop e Juína para combater o desmatamento. Cerca de 100 fiscais e analistas ambientais de outras regiões foram deslocados para a Amazônia. Além de equipamentos, veículos e até aeronaves a disposição, os fiscais contam com o reforço do Exército.
Fonte:Gazeta Mercantil
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