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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Pesquisa e números de exportação preocupam setores de madeira e móveis
Apesar do estado gaúcho ter vendido 11,5% a mais no período de janeiro a maio de 2005 se comparado ao mesmo período de 2004, a participação gaúcha no bolo nacional das exportações vem diminuindo, marcando -8%. No período de janeiro a abril de 2005 foram -6%. De janeiro a março de 2005 foram -8,6%. O total nacional é de 21% de aumento e o Rio Grande do Sul se mantém como o segundo estado exportador.
Segundo Volnei Benini - presidente do Sindicato das Indústrias da Construção e do Mobiliário de Bento Gonçalves/SINDMÓVEIS, entidade que congrega o pólo moveleiro de Bento Gonçalves/RS, o segundo maior do país “ o mercado interno desaquecido, o aumento nos insumos e matérias-primas numa média de 45%, além dos fretes internacionais, energia elétrica e óleo diesel, estão complicando a vida dos moveleiros”. Segundo Benini, quando o quadro interno não é favorável, as exportações devem ser uma saída para as empresas.
Numa recente pesquisa realizada pela MOVERGS e SINDMÓVEIS, 114 empresas entre pequenas, médias e grandes responderam que, se este cenário persistir, há a possibilidade de chegar a 2.000 demissões nos próximos meses. A pesquisa também apontou que essas empresas suspenderam R$53 milhões nos investimentos previstos para o ano de 2005.
O presidente da Associação das Indústrias de Móveis do Estado do Rio Grande do Sul, Luiz Attilio Troes lembra que “o setor é um dos maiores empregadores do país e para poder atender um consumidor globalizado, está sempre investindo na produção, com aquisição de máquinas modernas e design, além dos recursos humanos”. Até o ano passado, as 2.470 empresas gaúchas empregavam 3 1.000 funcionários. Ele afirma que "o recuo que aparece na pesquisa e nos números de exportação comprometem não só a competitividade das empresas como a geração de novos empregos no futuro".
Situação é grave também na cadeia produtiva de madeira.
Além das moveleiras, as entidades que representam madeiras e afins - SINDMADEIRA, ABIMCI e AGEFLOR não estão sinalizando um quadro melhor. Segundo seus dirigentes, 12% dos funcionários já foram demitidos e prevêem uma redução de mais de 25% até dezembro. Nestes setores, o faturamento já caiu 34% se comparado ao ano passado.
Maiores informações com Luiz Attilio Troes/ Movergs, fone 54-259-1212
Volnei Benini: Sindmóveis, fone 54-452-0404
ABIMCI - Associaçao Brasileira da Industria de Madeira Processada Mecanicamente : Sr. Odelir Battistella: Presidente 41 225-4358 www.abimci.com.br
SINDIMADEIRA: Sr. Serafim Quissini: Presidente 54 228-1744 - 54 3025-6800 www.sindimadeira.org.br
AGEFLOR- Associaçao Gaucha de Empresas Florestais: Sr. Roque Justen / Presidente 51 3221 4622
ABPMEX - Associaçao dos Produtores e Exportaores de Madeiras : Sr. Roque Zatti / Presidente 41 3566 2124 www.abpmex.com.br
Segundo Volnei Benini - presidente do Sindicato das Indústrias da Construção e do Mobiliário de Bento Gonçalves/SINDMÓVEIS, entidade que congrega o pólo moveleiro de Bento Gonçalves/RS, o segundo maior do país “ o mercado interno desaquecido, o aumento nos insumos e matérias-primas numa média de 45%, além dos fretes internacionais, energia elétrica e óleo diesel, estão complicando a vida dos moveleiros”. Segundo Benini, quando o quadro interno não é favorável, as exportações devem ser uma saída para as empresas.
Numa recente pesquisa realizada pela MOVERGS e SINDMÓVEIS, 114 empresas entre pequenas, médias e grandes responderam que, se este cenário persistir, há a possibilidade de chegar a 2.000 demissões nos próximos meses. A pesquisa também apontou que essas empresas suspenderam R$53 milhões nos investimentos previstos para o ano de 2005.
O presidente da Associação das Indústrias de Móveis do Estado do Rio Grande do Sul, Luiz Attilio Troes lembra que “o setor é um dos maiores empregadores do país e para poder atender um consumidor globalizado, está sempre investindo na produção, com aquisição de máquinas modernas e design, além dos recursos humanos”. Até o ano passado, as 2.470 empresas gaúchas empregavam 3 1.000 funcionários. Ele afirma que "o recuo que aparece na pesquisa e nos números de exportação comprometem não só a competitividade das empresas como a geração de novos empregos no futuro".
Situação é grave também na cadeia produtiva de madeira.
Além das moveleiras, as entidades que representam madeiras e afins - SINDMADEIRA, ABIMCI e AGEFLOR não estão sinalizando um quadro melhor. Segundo seus dirigentes, 12% dos funcionários já foram demitidos e prevêem uma redução de mais de 25% até dezembro. Nestes setores, o faturamento já caiu 34% se comparado ao ano passado.
Maiores informações com Luiz Attilio Troes/ Movergs, fone 54-259-1212
Volnei Benini: Sindmóveis, fone 54-452-0404
ABIMCI - Associaçao Brasileira da Industria de Madeira Processada Mecanicamente : Sr. Odelir Battistella: Presidente 41 225-4358 www.abimci.com.br
SINDIMADEIRA: Sr. Serafim Quissini: Presidente 54 228-1744 - 54 3025-6800 www.sindimadeira.org.br
AGEFLOR- Associaçao Gaucha de Empresas Florestais: Sr. Roque Justen / Presidente 51 3221 4622
ABPMEX - Associaçao dos Produtores e Exportaores de Madeiras : Sr. Roque Zatti / Presidente 41 3566 2124 www.abpmex.com.br
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