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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Distribuição de papel busca reestruturação
Empresas disputam mercado de cerca de 350 mil toneladas por ano.
Atualmente, mais de duas centenas de empresas de distribuição, incluindo três ligadas às quatro fabricantes, disputam um mercado na faixa de 350 mil toneladas por ano no País. De acordo com informações, o que se observa é uma guerra de preços e pouco profissionalismo em muitos casos.
A distribuição de papel cortado, também conhecido como "cut-size" no jargão comercial, deverá passar por um processo de reestruturação para ganhar mais competitividade, profissionalizar as operações, reduzir a competição predatória de preços e melhorar as margens de ganhos das empresas. Essa é a avaliação de executivos do setor e de empresas fabricantes do material.
Alguns distribuidores, com apoio das fabricantes e da Associação Nacional dos Distribuidores de Papéis (ANDIPA), vêm desenvolvendo propostas para tornar a atividade mais atrativa. "Nos últimos 20 anos, todos grandes distribuidores de papel cortado do País quebraram", informa o diretor comercial da ClickPapel, empresa do Rio de Janeiro, Andrés Romero.
O papel cortado, usado em grande escala em processos de impressão, é fabricado no Brasil pela Votorantim Celulose e Papel (VCP), Suzano, Ripasa, empresa adquirida por VCP e Suzano no ano passado, e International Paper. A produção prevista para este ano é de 800 mil toneladas - 9% acima de 2004.
Fonte: Valor Econômico - Ivo Ribeiro
Atualmente, mais de duas centenas de empresas de distribuição, incluindo três ligadas às quatro fabricantes, disputam um mercado na faixa de 350 mil toneladas por ano no País. De acordo com informações, o que se observa é uma guerra de preços e pouco profissionalismo em muitos casos.
A distribuição de papel cortado, também conhecido como "cut-size" no jargão comercial, deverá passar por um processo de reestruturação para ganhar mais competitividade, profissionalizar as operações, reduzir a competição predatória de preços e melhorar as margens de ganhos das empresas. Essa é a avaliação de executivos do setor e de empresas fabricantes do material.
Alguns distribuidores, com apoio das fabricantes e da Associação Nacional dos Distribuidores de Papéis (ANDIPA), vêm desenvolvendo propostas para tornar a atividade mais atrativa. "Nos últimos 20 anos, todos grandes distribuidores de papel cortado do País quebraram", informa o diretor comercial da ClickPapel, empresa do Rio de Janeiro, Andrés Romero.
O papel cortado, usado em grande escala em processos de impressão, é fabricado no Brasil pela Votorantim Celulose e Papel (VCP), Suzano, Ripasa, empresa adquirida por VCP e Suzano no ano passado, e International Paper. A produção prevista para este ano é de 800 mil toneladas - 9% acima de 2004.
Fonte: Valor Econômico - Ivo Ribeiro
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