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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Kyoto não enfoca florestas plantadas
A CCX, mercado paralelo ao do Protocolo de Quioto, agrega empresas de vários países e é auto-regulamentada por seus membros. Os signatários de Quioto assumiram compromisso de reduzir a emissão dos gases causadores de efeito estufa em 5% até 2012.
O interesse das empresas brasileiras do setor na CCX deve-se também à incerteza sobre a definição das regras do Protocolo de Quioto a respeito das florestas plantadas. "A questão florestal ainda não está totalmente regulamentada", diz o Luis Cornacchioni, gerente da Divisão de Recursos Naturais da Suzano Papel e Celulose.
"Na CCX, podemos obter recursos a mais com as florestas plantadas, nas quais o investimento já foi feito", avalia Jacob, destacando também o aspecto institucional de ser uma empresa que contribui para a absorção de gases poluentes.
Negociação
Em outubro do ano passado, a Suzano foi habilitada a vender, na CCX, 5 milhões de toneladas de carbono, originadas de 40 mil hectares de florestas de eucalipto do sul da Bahia. "Na época, o valor médio da tonelada estava próximo de US$ 1,07. Desde então, houve uma valorização significativa, impulsionada pela entrada em vigor de Quioto", conta Cornacchioni. Ontem, o crédito de carbono referente à posição de 2005 fechou cotado a US$ 1,73 no pregão da CCX.
Membro efetivo
A Aracruz Celulose assinou termo de adesão à CCX, tornando-se membro efetivo em maio. "Fomos a primeira empresa brasileira a assumir o compromisso de redução; as demais apenas comercializam créditos de carbono", conta o gerente de meio ambiente corporativo da Aracruz Celulose, Ricardo Rodrigues Mastroti.
O projeto da Aracruz trata do seqüestro de 100 mil toneladas de carbono por florestas da empresa na Bahia e no Espírito Santo de 2003 a 2006. Segundo Mastroti, a adesão à meta da CCX implica na redução de emissões em 1% em 2003, 2% em 2004, 3% em 2005 e de 4% em 2006. "As empresas devem demonstrar que a meta foi atingida desde o início ou terão que cumpri-la retroativamente", diz. Segundo ele, as motivações da Aracruz para entrar CCX foram a preocupação com ambiente e o reforço da imagem junto aos clientes.
Fonte: Gazeta Mercantil
O interesse das empresas brasileiras do setor na CCX deve-se também à incerteza sobre a definição das regras do Protocolo de Quioto a respeito das florestas plantadas. "A questão florestal ainda não está totalmente regulamentada", diz o Luis Cornacchioni, gerente da Divisão de Recursos Naturais da Suzano Papel e Celulose.
"Na CCX, podemos obter recursos a mais com as florestas plantadas, nas quais o investimento já foi feito", avalia Jacob, destacando também o aspecto institucional de ser uma empresa que contribui para a absorção de gases poluentes.
Negociação
Em outubro do ano passado, a Suzano foi habilitada a vender, na CCX, 5 milhões de toneladas de carbono, originadas de 40 mil hectares de florestas de eucalipto do sul da Bahia. "Na época, o valor médio da tonelada estava próximo de US$ 1,07. Desde então, houve uma valorização significativa, impulsionada pela entrada em vigor de Quioto", conta Cornacchioni. Ontem, o crédito de carbono referente à posição de 2005 fechou cotado a US$ 1,73 no pregão da CCX.
Membro efetivo
A Aracruz Celulose assinou termo de adesão à CCX, tornando-se membro efetivo em maio. "Fomos a primeira empresa brasileira a assumir o compromisso de redução; as demais apenas comercializam créditos de carbono", conta o gerente de meio ambiente corporativo da Aracruz Celulose, Ricardo Rodrigues Mastroti.
O projeto da Aracruz trata do seqüestro de 100 mil toneladas de carbono por florestas da empresa na Bahia e no Espírito Santo de 2003 a 2006. Segundo Mastroti, a adesão à meta da CCX implica na redução de emissões em 1% em 2003, 2% em 2004, 3% em 2005 e de 4% em 2006. "As empresas devem demonstrar que a meta foi atingida desde o início ou terão que cumpri-la retroativamente", diz. Segundo ele, as motivações da Aracruz para entrar CCX foram a preocupação com ambiente e o reforço da imagem junto aos clientes.
Fonte: Gazeta Mercantil
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