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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
China pode ser grande importadora de celulose
A indústria chinesa deve passar para a qualidade de grande importadora de celulose entre cinco e dez anos, chegando a demandar 8 milhões de toneladas por ano. A expectativa é do gerente da divisão de Exportação de Celulose da Suzano Bahia Sul Papel e Celulose, Carlos Aníbal Almeida, que participou do seminário Brasil-China: "As influências nos setores e nas empresas abertas brasileiras", realizado pela Apimec.
De acordo com ele, existem dois indicativos que favorecem esta tendência. O primeiro é o aumento de consumo pela camada da população que tem mais poder aquisitivo: 40% dos que habitam os grandes centros detêm 70% da renda do país. Seguido a isso, vem o fato de que boa parte da celulose que ingressa na China é transformada em produtos de exportação.
Almeida vê boas oportunidades de negócio com aquele país, baseado nas perspectivas de crescimento da nova indústria local - consumidora direta de celulose -, a continuidade da expansão do Produto Interno Bruto (PIB), o aumento de exportações e do consumo interno e a competitividade do eucalipto brasileiro. No contraponto, o executivo lembra das sazonalidades de compras dos chineses - que trocam de fibra longa por curta com facilidade -, a preocupação com a saúde financeira de clientes menores e a concorrência mundial, que é muito acirrada.
Fonte: Simone Cavalcanti (InvestNews)
De acordo com ele, existem dois indicativos que favorecem esta tendência. O primeiro é o aumento de consumo pela camada da população que tem mais poder aquisitivo: 40% dos que habitam os grandes centros detêm 70% da renda do país. Seguido a isso, vem o fato de que boa parte da celulose que ingressa na China é transformada em produtos de exportação.
Almeida vê boas oportunidades de negócio com aquele país, baseado nas perspectivas de crescimento da nova indústria local - consumidora direta de celulose -, a continuidade da expansão do Produto Interno Bruto (PIB), o aumento de exportações e do consumo interno e a competitividade do eucalipto brasileiro. No contraponto, o executivo lembra das sazonalidades de compras dos chineses - que trocam de fibra longa por curta com facilidade -, a preocupação com a saúde financeira de clientes menores e a concorrência mundial, que é muito acirrada.
Fonte: Simone Cavalcanti (InvestNews)
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