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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Projetos florestais são destaques no RS
São excelentes as perspectivas da Metade Sul no que se refere à atividade de florestamento em grande escala e à criação, a partir dela, de uma nova e importante cadeia produtiva, em que se incluem as indústrias de celulose, papel e móveis. Um aspecto que deve sempre ser salientado é que o florestamento, como foi planejado, e já com com diversos projetos em execução, não será um substituto das atividades econômicas tradicionais - pecuária e orizicultura, sobretudo; não vai acabar com elas, como imaginam alguns; trata-se, na realidade, de uma nova alternativa para o desenvolvimento regional.
Dos 216 produtores que tiveram projetos de financiamento aprovados pelo Programa de Financiamento Florestal Gaúcho da CaixaRS (ProFlora), 163 são da Metade Sul, significando que o empreendedor dessa região está mesmo decidido a promover a diversificação do setor produtivo. Recentemente foi realizado o Encontro de Negócios da Cadeia Produtiva de Base Florestal da Metade Sul do Rio Grande do Sul.
Tendo como local o Parque do Sesi, em Pelotas, foi uma promoção da Fundação Centro de Agronegócios, em parceria com a Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul (Farsul), Caixa RS, Ageflor e prefeitura de Pelotas. A reunião teve o objetivo de oportunizar negócios, envolvendo produtores e empreendedores interessados no florestamento e financiamento florestal, como também técnicos das agências financiadoras, empresas integradoras, profissionais liberais e comerciantes do setor.
O Rio Grande do Sul possui 360 mil hectares de floresta plantada. A meta do ProFlora, programa da CaixaRS, é que 120 mil hectares sejam plantados na Metade Sul, numa escala mínima de oferta para atrair uma grande indústria de celulose. Entre as vantagens competitivas da região para o florestamento estão a localização estratégica, condições ideais de clima e solo, baixo custo de implantação e manutenção das florestas cultivadas, além de disponibilidade de matéria-prima e mercado interno. A Metade Sul conta com mais de 15 milhões de hectares disponíveis para aquisição a preços inferiores a 500 dólares o hectare.
O vice-prefeito Adolfo Fetter Júnior, que participou da elaboração do programa da CaixaRS para a Metade Sul, enfatiza que a prefeitura de Pelotas está empenhada em promover a diversificação da economia local, gerar emprego e renda. Por isso, trabalha em parceria com as entidades que se unem para estimular negócios, como a implantação, na região, de um pólo florestal.
Alguns dados evidenciam a importância econômica, imediata, direta, desse programa. Foram investidos R$ 15,2 milhões em mais de dez mil hectares na região através do ProFlora. Desde a implantação, há um ano, o programa já investiu R$ 18,8 milhões, suficientes para plantar mais de 13 mil hectares no estado. São disponibilizados financiamentos para o plantio de três espécies: pinus, acácia negra e eucalipto. Os recursos do programa são aplicados pela CaixaRS com apoio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
Esse empreendimento tem grande importância socioeconômica para a região, pois, inclusive, o setor é grande gerador de emprego, não sendo necessária especialização da maior parcela da mão-de-obra.
Fonte: Editorial do Diário Popular - Pelotas (RS)
Dos 216 produtores que tiveram projetos de financiamento aprovados pelo Programa de Financiamento Florestal Gaúcho da CaixaRS (ProFlora), 163 são da Metade Sul, significando que o empreendedor dessa região está mesmo decidido a promover a diversificação do setor produtivo. Recentemente foi realizado o Encontro de Negócios da Cadeia Produtiva de Base Florestal da Metade Sul do Rio Grande do Sul.
Tendo como local o Parque do Sesi, em Pelotas, foi uma promoção da Fundação Centro de Agronegócios, em parceria com a Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul (Farsul), Caixa RS, Ageflor e prefeitura de Pelotas. A reunião teve o objetivo de oportunizar negócios, envolvendo produtores e empreendedores interessados no florestamento e financiamento florestal, como também técnicos das agências financiadoras, empresas integradoras, profissionais liberais e comerciantes do setor.
O Rio Grande do Sul possui 360 mil hectares de floresta plantada. A meta do ProFlora, programa da CaixaRS, é que 120 mil hectares sejam plantados na Metade Sul, numa escala mínima de oferta para atrair uma grande indústria de celulose. Entre as vantagens competitivas da região para o florestamento estão a localização estratégica, condições ideais de clima e solo, baixo custo de implantação e manutenção das florestas cultivadas, além de disponibilidade de matéria-prima e mercado interno. A Metade Sul conta com mais de 15 milhões de hectares disponíveis para aquisição a preços inferiores a 500 dólares o hectare.
O vice-prefeito Adolfo Fetter Júnior, que participou da elaboração do programa da CaixaRS para a Metade Sul, enfatiza que a prefeitura de Pelotas está empenhada em promover a diversificação da economia local, gerar emprego e renda. Por isso, trabalha em parceria com as entidades que se unem para estimular negócios, como a implantação, na região, de um pólo florestal.
Alguns dados evidenciam a importância econômica, imediata, direta, desse programa. Foram investidos R$ 15,2 milhões em mais de dez mil hectares na região através do ProFlora. Desde a implantação, há um ano, o programa já investiu R$ 18,8 milhões, suficientes para plantar mais de 13 mil hectares no estado. São disponibilizados financiamentos para o plantio de três espécies: pinus, acácia negra e eucalipto. Os recursos do programa são aplicados pela CaixaRS com apoio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
Esse empreendimento tem grande importância socioeconômica para a região, pois, inclusive, o setor é grande gerador de emprego, não sendo necessária especialização da maior parcela da mão-de-obra.
Fonte: Editorial do Diário Popular - Pelotas (RS)
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