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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Toras de Cedro são apreendidas no Amazonas
O Ibama - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis apreendeu na semana passada 980 toras de cedro, uma das madeira mais nobres da Amazônia, que iriam ser “esquentadas” em um plano de Manejo Florestal no município de Jutaí (AM). A ação foi coordenada pela Gerência Executiva do Ibama em Tefé (AM), em conjunto com a Polícia Federal e o Ipaam - Instituto de proteção Ambiental do Amazonas.
De acordo com o chefe da Divisão de Fiscalização e Controle do Ibama, Adílson Cordeiro, há algum tempo o órgão vinha investigando a denúncia deste esquema de “legalização” de madeira, mas só agora conseguiram fazer o flagrante. A madeira estava sendo transportada pelo rio Japurazinho em direção à área de manejo florestal, onde receberia documentos como se tivesse sido extraída de maneira legal. “A madeira foi extraída de uma área ilegal, mas seria ‘esquentada’ com documentos da área de manejo de Juatí, como se fosse oriunda de lá”, explica Adílson.
Os técnicos ainda não fizeram a medição da madeira, mas a multa para esse crime é de R$ 100 a R$ 500 por metro cúbico. O Ibama finalizará o processo e encaminhará os autos ao Ministério Público para que sejam tomadas as devidas providências em relação aos responsáveis pelo projeto de manejo, que devem ter sua licença para extração de madeira suspensa e ainda responder por crime ambiental.
Jacarés - Na mesma operação os fiscais do Ibama também seguiram para o município de Fonte Boa, onde fecharam um criadouro ilegal de jacarés com cinco mil animais. O responsável pelo criadouro foi multado em R$ 42,5 milhões, R$ 500 reais por jacaré, mas continua como fiel depositários dos animais até que o Núcleo de Fauna do Ibama proceda à soltura.
“O dono desse criadouro já havia pedido licença ao Ibama para criação de jacarés com fins comerciais, que não havia sido concedida. Mesmo assim ele continuou com a criação e foi devidamente multado”, esclarece Adílson. De acordo com dados do Ibama, não existe nenhum projeto de manejo de jacarés aprovado no estado do Amazonas.
Flávia Mendonça/ Ibama
De acordo com o chefe da Divisão de Fiscalização e Controle do Ibama, Adílson Cordeiro, há algum tempo o órgão vinha investigando a denúncia deste esquema de “legalização” de madeira, mas só agora conseguiram fazer o flagrante. A madeira estava sendo transportada pelo rio Japurazinho em direção à área de manejo florestal, onde receberia documentos como se tivesse sido extraída de maneira legal. “A madeira foi extraída de uma área ilegal, mas seria ‘esquentada’ com documentos da área de manejo de Juatí, como se fosse oriunda de lá”, explica Adílson.
Os técnicos ainda não fizeram a medição da madeira, mas a multa para esse crime é de R$ 100 a R$ 500 por metro cúbico. O Ibama finalizará o processo e encaminhará os autos ao Ministério Público para que sejam tomadas as devidas providências em relação aos responsáveis pelo projeto de manejo, que devem ter sua licença para extração de madeira suspensa e ainda responder por crime ambiental.
Jacarés - Na mesma operação os fiscais do Ibama também seguiram para o município de Fonte Boa, onde fecharam um criadouro ilegal de jacarés com cinco mil animais. O responsável pelo criadouro foi multado em R$ 42,5 milhões, R$ 500 reais por jacaré, mas continua como fiel depositários dos animais até que o Núcleo de Fauna do Ibama proceda à soltura.
“O dono desse criadouro já havia pedido licença ao Ibama para criação de jacarés com fins comerciais, que não havia sido concedida. Mesmo assim ele continuou com a criação e foi devidamente multado”, esclarece Adílson. De acordo com dados do Ibama, não existe nenhum projeto de manejo de jacarés aprovado no estado do Amazonas.
Flávia Mendonça/ Ibama
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