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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Setor moveleiro sofre com a política cambial
O governador Germano Rigotto destacou ontem em seu retorno ao Brasil que os setores coureiro-calçadista e moveleiro são os que mais sofrem no momento com a política cambial, mas outros segmentos já começam a ser atingidos. Segundo o governador, a política de juro alto que leva a um câmbio e a um real artificialmente valorizado como se verifica no momento, vai gerar desemprego.
O governador disse que já levou essa posição ao governo federal, mas que não sentiu uma tendência favorável a alteração do câmbio. “Isso me preocupa. Se em três meses não houver uma mudança desse quadro, teremos mais importações, menos exportações, menos superávit na balança comercial e isso vai comprometer o pilar dos bons indicadores que a economia apresentou até aqui”, teme Rigotto.
Na primeira etapa da viagem ao exterior, o governador e o secretário de Desenvolvimento e dos Assuntos Internacionais, Luis Roberto Ponte, desembarcaram na Coréia do Sul para cumprir agenda com representantes do grupo Corn Pulp and Paper, produtor de celulose e papel a partir do caule do milho, em Seul. A indústria está interessada no Rio Grande do Sul, por ser um grande produtor do grão, e deverá enviar uma equipe ao Estado, em data ainda a ser definida, para conhecer a produção local e mostrar a tecnologia que utiliza parte do milho que normalmente é jogada no lixo.
Rigotto também manifestou entusiasmo com a possibilidade de o Estado abrigar uma montadora da Toyota. Ao reivindicar a fábrica, o Rio Grande do Sul tem a seu favor o desempenho do Centro de Distribuição da Toyota que funciona em Guaíba desde 9 de março. Ali mesmo, o governo do Estado já dispõe da área física para oferecer à montadora.
O Centro de Distribuição tem merecido elogios do presidente da Toyota no Mercosul, Hiroyuki Okabe. Embarcam dali para o resto do Brasil, a cada mês, 1,4 mil picapes Hilux montadas na unidade de Zárate, na Argentina. A média mensal representa 17 mil veículos por ano. Em ICMS, o centro trará para o Tesouro do Estado R$ 60 milhões anuais.
Durante a viagem também foi discutido com o presidente da Coréia do Sul, Roh Moo-hyun, e com o ministro sul-coreano da Informação e Comunicação, Daeje Chin, a possibilidade de o Rio Grande do Sul ser a sede do Centro de Tecnologia de Informação que a Coréia quer montar no Brasil.
Fonte: Jornal do Comércio
O governador disse que já levou essa posição ao governo federal, mas que não sentiu uma tendência favorável a alteração do câmbio. “Isso me preocupa. Se em três meses não houver uma mudança desse quadro, teremos mais importações, menos exportações, menos superávit na balança comercial e isso vai comprometer o pilar dos bons indicadores que a economia apresentou até aqui”, teme Rigotto.
Na primeira etapa da viagem ao exterior, o governador e o secretário de Desenvolvimento e dos Assuntos Internacionais, Luis Roberto Ponte, desembarcaram na Coréia do Sul para cumprir agenda com representantes do grupo Corn Pulp and Paper, produtor de celulose e papel a partir do caule do milho, em Seul. A indústria está interessada no Rio Grande do Sul, por ser um grande produtor do grão, e deverá enviar uma equipe ao Estado, em data ainda a ser definida, para conhecer a produção local e mostrar a tecnologia que utiliza parte do milho que normalmente é jogada no lixo.
Rigotto também manifestou entusiasmo com a possibilidade de o Estado abrigar uma montadora da Toyota. Ao reivindicar a fábrica, o Rio Grande do Sul tem a seu favor o desempenho do Centro de Distribuição da Toyota que funciona em Guaíba desde 9 de março. Ali mesmo, o governo do Estado já dispõe da área física para oferecer à montadora.
O Centro de Distribuição tem merecido elogios do presidente da Toyota no Mercosul, Hiroyuki Okabe. Embarcam dali para o resto do Brasil, a cada mês, 1,4 mil picapes Hilux montadas na unidade de Zárate, na Argentina. A média mensal representa 17 mil veículos por ano. Em ICMS, o centro trará para o Tesouro do Estado R$ 60 milhões anuais.
Durante a viagem também foi discutido com o presidente da Coréia do Sul, Roh Moo-hyun, e com o ministro sul-coreano da Informação e Comunicação, Daeje Chin, a possibilidade de o Rio Grande do Sul ser a sede do Centro de Tecnologia de Informação que a Coréia quer montar no Brasil.
Fonte: Jornal do Comércio
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