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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Contra desmatamento, ministra sugere agenda positiva do desenvolvimento
Durante a abertura do 1º Congresso Ibero-Americano sobre Desenvolvimento Sustentável, a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, destacou a necessidade de "não só lidar com agenda de comando e controle, mas com a agenda positiva do desenvolvimento" para combater o desmatamento da Amazônia.
Ela citou o manejo florestal, conjunto de técnicas para a colheita de parte das árvores grandes que fazem com que as menores sejam protegidas – ação que pode reduzir o desmatamento da Amazônia provocado pelo cultivo de soja.
"Pode-se substituir a destruição da floresta para a agricultura por manejo florestal, e mantendo a floresta em pé. O Brasil tem 160 mil quilômetros quadrados de área convertida, abandonada e semi-abandonada. A Embrapa tem tecnologia para utilizar, de forma intensiva, essas áreas e aumentar a produção de grãos, e sem derrubar mais um pé de árvore", disse.
Marina afirmou ainda ser mal-interpretada por alguns jornalistas. Segundo a ministra, eles consideraram que ela tivesse transferido a responsabilidade do desmatamento da Amazônia para a sociedade – no mês passado o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais informou o crescimento de 6% do desmatamento da Amazônia em um ano, território que quase corresponde ao tamanho do estado do Alagoas.
"Eu quis dizer é que, quando os consumidores começarem a exigir daqueles que ainda não estão plasmados nessa preocupação de sustentabilidade, o Brasil passará a dar uma grande contribuição para preservar o meio ambiente", explicou.
Fonte:Agencia Brasil
Ela citou o manejo florestal, conjunto de técnicas para a colheita de parte das árvores grandes que fazem com que as menores sejam protegidas – ação que pode reduzir o desmatamento da Amazônia provocado pelo cultivo de soja.
"Pode-se substituir a destruição da floresta para a agricultura por manejo florestal, e mantendo a floresta em pé. O Brasil tem 160 mil quilômetros quadrados de área convertida, abandonada e semi-abandonada. A Embrapa tem tecnologia para utilizar, de forma intensiva, essas áreas e aumentar a produção de grãos, e sem derrubar mais um pé de árvore", disse.
Marina afirmou ainda ser mal-interpretada por alguns jornalistas. Segundo a ministra, eles consideraram que ela tivesse transferido a responsabilidade do desmatamento da Amazônia para a sociedade – no mês passado o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais informou o crescimento de 6% do desmatamento da Amazônia em um ano, território que quase corresponde ao tamanho do estado do Alagoas.
"Eu quis dizer é que, quando os consumidores começarem a exigir daqueles que ainda não estão plasmados nessa preocupação de sustentabilidade, o Brasil passará a dar uma grande contribuição para preservar o meio ambiente", explicou.
Fonte:Agencia Brasil
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