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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Florestas geram 13 mil empregos no ES
O arranjo florestal, no Espírito Santo, é responsável por 13.046 empregos formais diretos. Esses empregos estão distribuídos nas atividades de silvicultura, exploração florestal e serviços relacionados, na fabricação de produtos de madeira, na fabricação de celulose, papel e produtos de papel, e na fabricação de móveis e indústrias diversas.
De acordo com levantamento do Conselho Florestal do movimento Espírito Santo em Ação os empregos gerados pelo arranjo florestal estão concentrados nos municípios do Norte capixaba. Os que tem maior quantidade de empregos são Linhares (3.437), Aracruz (2.478) e São Mateus (1.539).
Das atividades que integram o arranjo produtivo, a de fabricação de móveis e indústrias diversas é a que concentra a maior parte dos empregos (5.609). A silvicultura, exploração florestal e serviços relacionados é a segunda atividade em empregos (3.374) do arranjo florestal.
Para se ter uma idéia da importância do arranjo florestal na economia dos municípios basta lembrar, por exemplo, que em São Mateus, Linhares e Aracruz, o arranjo gera respectivamente cerca de 12%, 14% e 16% dos empregos diretos dessas cidades. O conselho utilizou os dados de 2002 do IBGE.
No Brasil, segundo levantamentos do conselho, o arranjo florestal gera 705.361 empregos formais. Da mesma forma que no Espírito Santo, a atividade de fabricação de móveis e indústrias diversas, é a que mais emprega, dentro do arranjo, sendo responsável por 278.034 empregos formais. A atividade de fabricação de produtos de madeira é a segunda, respondendo por 228.116 empregos.
Em se tratando dos produtos derivados do arranjo florestal – carvão vegetal, lenha, madeira em tora, madeira para papel e celulose e madeira para outras finalidades – o valor da produção total no Estado é de aproximadamente R$ 343 milhões.
Nas pauta das exportações, segundo dados de 2003, o arranjo florestal foi responsável por quase um quarto das exportações do Estado. As exportações do setor foram basicamente de celulose, móveis, carvão vegetal e madeira. As exportações de celulose respondem por mais de 23% do comércio exterior do Estado.
Arranjo produtivo pode ser definido como um conjunto de empresas e entidades que interagem, gerando e captando sinergias, potencializando o crescimento de uma região. Normalmente os arranjos produtivos, ou clusters, estão ligados a uma cadeia de valor do setor industrial, mas existem também arranjos ligados ao segmento de serviços.
Rita Bridi - Gazeta Online
De acordo com levantamento do Conselho Florestal do movimento Espírito Santo em Ação os empregos gerados pelo arranjo florestal estão concentrados nos municípios do Norte capixaba. Os que tem maior quantidade de empregos são Linhares (3.437), Aracruz (2.478) e São Mateus (1.539).
Das atividades que integram o arranjo produtivo, a de fabricação de móveis e indústrias diversas é a que concentra a maior parte dos empregos (5.609). A silvicultura, exploração florestal e serviços relacionados é a segunda atividade em empregos (3.374) do arranjo florestal.
Para se ter uma idéia da importância do arranjo florestal na economia dos municípios basta lembrar, por exemplo, que em São Mateus, Linhares e Aracruz, o arranjo gera respectivamente cerca de 12%, 14% e 16% dos empregos diretos dessas cidades. O conselho utilizou os dados de 2002 do IBGE.
No Brasil, segundo levantamentos do conselho, o arranjo florestal gera 705.361 empregos formais. Da mesma forma que no Espírito Santo, a atividade de fabricação de móveis e indústrias diversas, é a que mais emprega, dentro do arranjo, sendo responsável por 278.034 empregos formais. A atividade de fabricação de produtos de madeira é a segunda, respondendo por 228.116 empregos.
Em se tratando dos produtos derivados do arranjo florestal – carvão vegetal, lenha, madeira em tora, madeira para papel e celulose e madeira para outras finalidades – o valor da produção total no Estado é de aproximadamente R$ 343 milhões.
Nas pauta das exportações, segundo dados de 2003, o arranjo florestal foi responsável por quase um quarto das exportações do Estado. As exportações do setor foram basicamente de celulose, móveis, carvão vegetal e madeira. As exportações de celulose respondem por mais de 23% do comércio exterior do Estado.
Arranjo produtivo pode ser definido como um conjunto de empresas e entidades que interagem, gerando e captando sinergias, potencializando o crescimento de uma região. Normalmente os arranjos produtivos, ou clusters, estão ligados a uma cadeia de valor do setor industrial, mas existem também arranjos ligados ao segmento de serviços.
Rita Bridi - Gazeta Online
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