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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Secretário do Meio Ambiente prorroga por mais 30 dias a portaria 31
Enquanto analisa a minuta sugerida pelo setor silvicultor, empresários e agricultores poderão voltar a plantar.
Depois de passados os quinze dias cedidos pelo Secretário do Meio Ambiente, Luiz Eduardo Cheida, para o setor silvicultor e os prefeitos da região Sul do Estado – ASSULPAR - analisarem a minuta de nova resolução elaborada pelo IAP, o secretário prorrogou por mais 30 dias a Portaria IAP No. 31. Esta portaria vigente desde 1998 e suspensa pela portaria 191, permite que o setor florestal possa conseguir liberações para o corte de capoeiras e plantio de florestas, até então paralisadas desde setembro passado.
Durante a reunião, prefeitos, deputados e empresários apresentaram uma nova minuta de resolução diversas contestações à minuta disponibilizada pelo secretário, juntamente com sugestões que ele garantiu aproveitar. “Não assinarei a minuta elaborada pelo IAP, pois já analisei com o meu jurídico e há questões que legalmente não se sustentam, não está explícito muitas coisas. Por isso há a possibilidade das mudanças sugeridas pelo setor serem incorporadas na minuta”, afirma Cheida.
Segundo o presidente da Associação Paranaense de Empresas de Base Florestal, Roberto Gava, será preciso que a secretaria encaminhe por escrito ao IAP essa prorrogação, pois até então nada estava sendo liberado. “Estamos autorizados a plantar e colher fazem 15 dias, mas o IAP simplesmente nega as autorizações e continua paralisando o setor. Espero que agora a ordem seja passada por escrito e as atividades possam voltar ao normal. Afinal de contas centenas de pessoas já estão desempregadas”, afirma Gava.
A minuta depois de aprovada pelo secretário regerá todo o setor agrícola e florestal do Estado. O secretário afirmou que em dez dias mandará a todos os presentes na reunião a minuta de resolução final, já com as alterações sugeridas.
A silvicultura
A silvicultura está hoje em 2º. lugar no agronegócio paranaense, embora ocupe apenas 2.8% do território do Estado, muito menos que a soja (16%) e o milho (14%), além de abastecer parte do mercado interno de madeira, papel e chapas. Somente o ano passado, o setor exportou US$1,04 bilhão.
No Paraná, são mais de 60 as principais indústrias do segmento de base florestal, sendo que 40 delas são associadas da APRE (Associação Paranaense de Empresas de Base Florestal), dedicadas ao plantio e colheita de árvores – silvicultura - e a industrialização de madeira. No Estado são mais de 5.200 empresas de diversos segmentos que consomem produtos gerados a partir da floresta plantada, sendo a indústria florestal responsável pela geração de mais de 150 mil empregos diretos e indiretos. Segundo a APRE, no Paraná há somente duas maneiras de se obter madeira: destruindo florestas ou plantando árvores, essa última é a atividade da silvicultura.
Fonte:Excom
Depois de passados os quinze dias cedidos pelo Secretário do Meio Ambiente, Luiz Eduardo Cheida, para o setor silvicultor e os prefeitos da região Sul do Estado – ASSULPAR - analisarem a minuta de nova resolução elaborada pelo IAP, o secretário prorrogou por mais 30 dias a Portaria IAP No. 31. Esta portaria vigente desde 1998 e suspensa pela portaria 191, permite que o setor florestal possa conseguir liberações para o corte de capoeiras e plantio de florestas, até então paralisadas desde setembro passado.
Durante a reunião, prefeitos, deputados e empresários apresentaram uma nova minuta de resolução diversas contestações à minuta disponibilizada pelo secretário, juntamente com sugestões que ele garantiu aproveitar. “Não assinarei a minuta elaborada pelo IAP, pois já analisei com o meu jurídico e há questões que legalmente não se sustentam, não está explícito muitas coisas. Por isso há a possibilidade das mudanças sugeridas pelo setor serem incorporadas na minuta”, afirma Cheida.
Segundo o presidente da Associação Paranaense de Empresas de Base Florestal, Roberto Gava, será preciso que a secretaria encaminhe por escrito ao IAP essa prorrogação, pois até então nada estava sendo liberado. “Estamos autorizados a plantar e colher fazem 15 dias, mas o IAP simplesmente nega as autorizações e continua paralisando o setor. Espero que agora a ordem seja passada por escrito e as atividades possam voltar ao normal. Afinal de contas centenas de pessoas já estão desempregadas”, afirma Gava.
A minuta depois de aprovada pelo secretário regerá todo o setor agrícola e florestal do Estado. O secretário afirmou que em dez dias mandará a todos os presentes na reunião a minuta de resolução final, já com as alterações sugeridas.
A silvicultura
A silvicultura está hoje em 2º. lugar no agronegócio paranaense, embora ocupe apenas 2.8% do território do Estado, muito menos que a soja (16%) e o milho (14%), além de abastecer parte do mercado interno de madeira, papel e chapas. Somente o ano passado, o setor exportou US$1,04 bilhão.
No Paraná, são mais de 60 as principais indústrias do segmento de base florestal, sendo que 40 delas são associadas da APRE (Associação Paranaense de Empresas de Base Florestal), dedicadas ao plantio e colheita de árvores – silvicultura - e a industrialização de madeira. No Estado são mais de 5.200 empresas de diversos segmentos que consomem produtos gerados a partir da floresta plantada, sendo a indústria florestal responsável pela geração de mais de 150 mil empregos diretos e indiretos. Segundo a APRE, no Paraná há somente duas maneiras de se obter madeira: destruindo florestas ou plantando árvores, essa última é a atividade da silvicultura.
Fonte:Excom
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