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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Cartilha ensina passo-a-passo da certificação florestal
O Imaflora - Instituto de Manejo e Certificação Florestal lança nesta terça-feira (17), em Brasília (DF), a cartilha Para Sempre – Certificação Florestal FSC. A publicação é dedicada aos pequenos produtores florestais de todo o país e tem como objetivo incentivar a busca pela certificação florestal. A cartilha apresenta os conceitos básicos e os passos fundamentais para a certificação ambiental de produtos madeireiros e não-madeireiros.
A cartilha introduz o produtor no mercado de produtos florestais e mostra as vantagens da certificação, a curto, médio e longo prazo. “Trata-se de uma exigência cada vez maior para os produtores que querem vender, principalmente no mercado exterior” diz a autora da cartilha, Carmen Figueiredo. Segundo ela, o mercado consumidor de produtos desse gênero está cada vez mais preocupado em conhecer a origem dos produtos florestais. “O consumidor consciente quer saber se o que ele compra está ou não prejudicando a floresta. E mais: quer saber se as populações que vivem nas regiões produtoras estão recebendo os benefícios econômicos e sociais dessa exploração”, diz ela.
De acordo com Carmen Figueiredo, a certificação florestal é uma alternativa concreta para garantir que os produtos antendam aos princípios da sustentabilidade. Entre essas exigências estão a de que floresta seja explorada dentro da lei, de modo sustentável por meio de plano de manejo. Essa regra garante que o recurso florestal possa ser explorado pelas gerações futuras. “Esses parâmetros garantem a sustentabilidade”, afirma a autora.
Para obter a certificação, é preciso provar ao FSC que as comunidades que vivem da floresta estão recebendo os benefícios provenientes do seu uso sustentado. O resultado da exploração do negócio também tem de ser justo para as comunidades locais, com a garantia de direitos trabalhistas e condições de trabalho adequadas.
No Brasil, o Imaflora é uma das organizações autorizadas a emitir o selo do Conselho de Manejo Florestal – FSC, na sigla em inglês. O conselho emite dois tipos de certificação. Uma delas é a da floresta, que garante que os produtores estão utilizando os recursos florestais em acordo com as regras da certificação. A outra, é a certificação do produto ou cadeia de custódia, que garante que o produto oferecido no mercado teve sua origem em uma floresta certificada. “Isso é necessário, pois um produto florestal como madeira, óleo ou castanha passa por vários compradores até chegar ao consumidor final”, lembra Carmen Figueiredo. Qualquer produtor florestal pode solicitar a certificação de sua área, seja de maneira individual ou coletiva.
Fonte: Jaime Gesisky/ Ibama
A cartilha introduz o produtor no mercado de produtos florestais e mostra as vantagens da certificação, a curto, médio e longo prazo. “Trata-se de uma exigência cada vez maior para os produtores que querem vender, principalmente no mercado exterior” diz a autora da cartilha, Carmen Figueiredo. Segundo ela, o mercado consumidor de produtos desse gênero está cada vez mais preocupado em conhecer a origem dos produtos florestais. “O consumidor consciente quer saber se o que ele compra está ou não prejudicando a floresta. E mais: quer saber se as populações que vivem nas regiões produtoras estão recebendo os benefícios econômicos e sociais dessa exploração”, diz ela.
De acordo com Carmen Figueiredo, a certificação florestal é uma alternativa concreta para garantir que os produtos antendam aos princípios da sustentabilidade. Entre essas exigências estão a de que floresta seja explorada dentro da lei, de modo sustentável por meio de plano de manejo. Essa regra garante que o recurso florestal possa ser explorado pelas gerações futuras. “Esses parâmetros garantem a sustentabilidade”, afirma a autora.
Para obter a certificação, é preciso provar ao FSC que as comunidades que vivem da floresta estão recebendo os benefícios provenientes do seu uso sustentado. O resultado da exploração do negócio também tem de ser justo para as comunidades locais, com a garantia de direitos trabalhistas e condições de trabalho adequadas.
No Brasil, o Imaflora é uma das organizações autorizadas a emitir o selo do Conselho de Manejo Florestal – FSC, na sigla em inglês. O conselho emite dois tipos de certificação. Uma delas é a da floresta, que garante que os produtores estão utilizando os recursos florestais em acordo com as regras da certificação. A outra, é a certificação do produto ou cadeia de custódia, que garante que o produto oferecido no mercado teve sua origem em uma floresta certificada. “Isso é necessário, pois um produto florestal como madeira, óleo ou castanha passa por vários compradores até chegar ao consumidor final”, lembra Carmen Figueiredo. Qualquer produtor florestal pode solicitar a certificação de sua área, seja de maneira individual ou coletiva.
Fonte: Jaime Gesisky/ Ibama
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