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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Madeireiros fazem protesto em Belém.
A suspensão das análises dos planos de manejo florestal, irregularidade na distribuição das autorizações de transporte de produtos florestais (ATPFs), estrutura limitada do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) para atender a demanda madeireira e a falta de solução para os problemas fundiários são alguns dos motivos que levaram cerca de 900 pessoas a interditar por duas horas o tráfego de veículos em frente à sede do Ibama em Belém. Há pouco mais de uma semana os manifestantes interditaram o tráfego na rodovia PA-150, uma das principais do estado.
A manifestação foi comandada por várias entidades do Pará, entre elas a Associação das Indústrias Exportadoras de Madeira (Aimex), a União das Entidades Florestais do Pará (Uniflor) e a Federação dos Trabalhadores na Indústria da Construção e do Mobiliário do Pará e Amapá. O diretor executivo da Aimex, Roberto Pupo, diz que esses problemas deverão provocar demissões na cadeia produtiva da madeira, que gera em torno de 80 mil empregos diretos e outros 300 mil indiretos. Pelo menos 60% dos projetos de manejo aguardam aprovação do Ibama.
O gerente executivo do Ibama em Belém, Marcílio Monteiro, reconhece alguns dos problemas apontados pelos manifestantes mas afirma que a aprovação dos planos de manejo florestal depende de solução para a questão fundiária. Nos próximos dias os técnicos do Ibama, do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e do Instituto de Terras do Pará (Iterpa) e do Ministério Público se reúnem para tratar da reforma fundiária.
Raimundo José Pinto
Fonte: Gazeta
24/jul/03
A manifestação foi comandada por várias entidades do Pará, entre elas a Associação das Indústrias Exportadoras de Madeira (Aimex), a União das Entidades Florestais do Pará (Uniflor) e a Federação dos Trabalhadores na Indústria da Construção e do Mobiliário do Pará e Amapá. O diretor executivo da Aimex, Roberto Pupo, diz que esses problemas deverão provocar demissões na cadeia produtiva da madeira, que gera em torno de 80 mil empregos diretos e outros 300 mil indiretos. Pelo menos 60% dos projetos de manejo aguardam aprovação do Ibama.
O gerente executivo do Ibama em Belém, Marcílio Monteiro, reconhece alguns dos problemas apontados pelos manifestantes mas afirma que a aprovação dos planos de manejo florestal depende de solução para a questão fundiária. Nos próximos dias os técnicos do Ibama, do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e do Instituto de Terras do Pará (Iterpa) e do Ministério Público se reúnem para tratar da reforma fundiária.
Raimundo José Pinto
Fonte: Gazeta
24/jul/03
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