Voltar
Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Camada de ozônio atinge o maior índice de destruição
A camada protetora de ozônio sobre o Ártico diminuiu neste inverno (no Hemisfério Norte) para os níveis mais baixos desde o início dos registros, há 40 anos, alarmando cientistas que acreditavam numa recuperação. A maior perda de ozônio permite que mais raios ultravioleta nocivos alcancem a superfície da Terra, tornando as pessoas mais vulneráveis ao câncer de pele.
Uma pesquisa da Universidade de Cambridge (Inglaterra) mostra que não é o aumento da poluição e sim um efeito colateral da mudança climática que está agravando a perda de ozônio. Em altitudes elevadas, 50% da camada protetora foram destruídos.
A pesquisa frustrou esperanças de que a camada de ozônio estivesse se recuperando. Depois de 1999-2000, quando a diminuição foi quase tão grave quanto a atual, cientistas passaram a acreditar que uma melhora estava ocorrendo, com a redução da poluição. Mas agora acreditam que podem ser necessários mais 50 anos para a solução do problema.
A aparente causa do aumento da perda de ozônio é o número crescente de nuvens estratosféricas no inverno, a 24 km da superfície da Terra. Essas nuvens, no meio da camada de ozônio, fornecem uma plataforma que facilita a ocorrência de reações químicas rápidas que destroem o gás.
Nesta temporada, o número de nuvens e seu tempo de permanência foram os maiores já registrados. Cientistas da Universidade de Cambridge disseram que, no fim de março, quando a perda de ozônio estava no ápice, massas de ar do Ártico flutuaram sobre a Grã-Bretanha e o resto da Europa até o norte da Itália, aumentando significativamente as doses de radiação ultravioleta e os riscos de queimadura solar.
Fonte:Estadão Online
Uma pesquisa da Universidade de Cambridge (Inglaterra) mostra que não é o aumento da poluição e sim um efeito colateral da mudança climática que está agravando a perda de ozônio. Em altitudes elevadas, 50% da camada protetora foram destruídos.
A pesquisa frustrou esperanças de que a camada de ozônio estivesse se recuperando. Depois de 1999-2000, quando a diminuição foi quase tão grave quanto a atual, cientistas passaram a acreditar que uma melhora estava ocorrendo, com a redução da poluição. Mas agora acreditam que podem ser necessários mais 50 anos para a solução do problema.
A aparente causa do aumento da perda de ozônio é o número crescente de nuvens estratosféricas no inverno, a 24 km da superfície da Terra. Essas nuvens, no meio da camada de ozônio, fornecem uma plataforma que facilita a ocorrência de reações químicas rápidas que destroem o gás.
Nesta temporada, o número de nuvens e seu tempo de permanência foram os maiores já registrados. Cientistas da Universidade de Cambridge disseram que, no fim de março, quando a perda de ozônio estava no ápice, massas de ar do Ártico flutuaram sobre a Grã-Bretanha e o resto da Europa até o norte da Itália, aumentando significativamente as doses de radiação ultravioleta e os riscos de queimadura solar.
Fonte:Estadão Online
Fonte:
Notícias em destaque
BNDES destina R$ 25 milhões para pesquisa e desenvolvimento de 30 espécies madeireiras nativas
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou, no final de 2025, um financiamento não reembolsável de...
(GERAL)
Relatório de Sustentabilidade da Bracell está entre os 15 melhores do Reporting Matters Brasil
A Bracell, uma das líderes globais na produção de celulose solúvel e especial, teve seu Relatório de...
(GERAL)
Exportações de móveis e colchões abrem 2026 em queda e refletem nova geografia do comércio global
Atualizações do Tarifaço americano, ratificação e entrada em vigor do Acordo Mercosul-União Europeia,...
(MERCADO)
Clonagem de araucárias acelera produção de semente e pesquisadores projetam “pomares de pinhão”
Pesquisa da Embrapa levou 15 anos para concretizar processo que altera o tamanho e o tempo de desenvolvimento da araucária.
Uma...
(TECNOLOGIA)
Prédio de madeira gigante com 183 metros e 39 andares surge e vira o mais alto do mundo feito com 10.000 m³ de madeira estrutural
Prédio de madeira Atlassian Central em Sydney terá 183 metros, 39 andares e estrutura híbrida com cerca de 10.000...
(MADEIRA E PRODUTOS)
Silvicultura brasileira, teremos madeira para sustentar o patrimônio industrial que criamos?
O Brasil construiu um rico patrimônio industrial à base de madeira de florestas plantadas. Mas a pergunta essencial continua sem...
(SILVICULTURA)













