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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
UE discute medidas para evitar importação de madeira ilegal
Em reunião realizada ontem em Bruxelas, a Comissão da União Européia discutiu as perspectivas de estabelecer mecanismos de prevenção da importação de madeira de origem ilegal em seu território, que abrange 24 países. O evento teve a participação do setor privado e das principais organizações ambientalistas.
A Direção Geral responsável pelo comércio está preparando as diretrizes de uma política que deverá se traduzir em acordos bilaterais específicos com cada país que tiver interesse em cooperar sobre o controle de origem da madeira. A normativa é baseada em experiências piloto em andamento em alguns países, principalmente da Ásia.
Foram discutidos estudos de caso sobre diversos países exportadores, como Indonésia, Ghana e Brasil. Esse último foi apresentado por Roberto Smeraldi, diretor de Amigos da Terra - Amazônia Brasileira. De acordo com Smeraldi, há um equívoco fundamental na discussão sobre políticas de controle do comércio ilegal: "não adianta discutir apenas a legalidade do licenciamento ambiental, se a atividade é, por exemplo, realizada em áreas ocupadas ilegalmente, sem títulos fundiários legítimos. É como checar a carteira de habilitação de alguém que usa um carro roubado".
A reunião foi acompanhada pela representação diplomática do Brasil perante a União Européia, que não se manifestou publicamente sobre o tema. Hoje, contudo, a Comissão realiza uma reunião separada com a embaixada brasileira sobre temas ambientais. Informalmente, os representantes brasileiros observavam que até o momento houve um insuficiente diálogo com os governos dos países exportadores, para se justificar a adoção de medidas definitivas.
:Fonte: Amazônia.org
A Direção Geral responsável pelo comércio está preparando as diretrizes de uma política que deverá se traduzir em acordos bilaterais específicos com cada país que tiver interesse em cooperar sobre o controle de origem da madeira. A normativa é baseada em experiências piloto em andamento em alguns países, principalmente da Ásia.
Foram discutidos estudos de caso sobre diversos países exportadores, como Indonésia, Ghana e Brasil. Esse último foi apresentado por Roberto Smeraldi, diretor de Amigos da Terra - Amazônia Brasileira. De acordo com Smeraldi, há um equívoco fundamental na discussão sobre políticas de controle do comércio ilegal: "não adianta discutir apenas a legalidade do licenciamento ambiental, se a atividade é, por exemplo, realizada em áreas ocupadas ilegalmente, sem títulos fundiários legítimos. É como checar a carteira de habilitação de alguém que usa um carro roubado".
A reunião foi acompanhada pela representação diplomática do Brasil perante a União Européia, que não se manifestou publicamente sobre o tema. Hoje, contudo, a Comissão realiza uma reunião separada com a embaixada brasileira sobre temas ambientais. Informalmente, os representantes brasileiros observavam que até o momento houve um insuficiente diálogo com os governos dos países exportadores, para se justificar a adoção de medidas definitivas.
:Fonte: Amazônia.org
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