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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Banco do Brasil tem R$ 225 milhões para florestas plantadas
O vice-presidente de Agronegócios do Banco do Brasil, Ricardo Conceição, anunciou que a instituição vai disponibilizar R$ 225 milhões neste ano para promover a implantação e expansão de áreas de florestas plantadas destinadas ao uso industrial.
O objetivo do BB, segundo ele, é estimular o aumento da oferta de madeira no mercado nacional, diante das perspectivas de demanda crescente pela matéria-prima nos próximos anos.
De acordo com o diretor do BB, que falou na quarta-feira (30) num seminário promovido pela Câmara dos Deputados para comemorar os 100 anos da existência de florestas plantadas no País, o programa vai reunir linhas de crédito já anunciadas pelo governo para a agricultura empresarial e familiar.
O prazo dos financiamentos vai depender do tipo de programa disponível para o produtor, com prazo de carência entre 4 a 10 anos. Os juros vão variar entre 4% e Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP), hoje de 9,75% ao ano.
Apesar dos investimentos feitos no setor nos últimos anos, há falta de madeira no País, que quase viveu o ano passado um “apagão florestal”, de acordo com o secretário estadual de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Minas Gerais, José Carlos Carvalho.
Segundo Carvalho, não há perspectiva de reversão desse quadro no curto prazo, pois as florestas plantadas com eucalipto levam sete anos para chegar no ponto ideal de corte.
Metas - A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, afirmou nesta semana que a área plantada com florestas chegará a 500 mil hectares em 2005, superando a meta que era prevista para 2007.
"Nunca o Brasil plantou tantas florestas como nos últimos dois anos", disse a ministra, que participou de evento em comemoração aos 100 anos de florestas plantadas, na sede da Confederação Nacional da Indústria (CNI), em Brasília (DF).
De acordo com Marina, em 2002 a área plantada foi de 320 mil hectares, número que subiu para 475 mil hectares em 2004. Ela também ressaltou que nos últimos anos o governo alocou mais recursos para políticas florestais. Em 2002 foram liberados R$ 2 milhõe s; em 2004, esse valor subiu para R$ 20 milhões. Em 2005, o montante chegará a R$ 50 milhões e a previsão da ministra é de que atingirá R$ 100 milhões em 2006.
Fonte:Estadão Online – 04/04/2005
O objetivo do BB, segundo ele, é estimular o aumento da oferta de madeira no mercado nacional, diante das perspectivas de demanda crescente pela matéria-prima nos próximos anos.
De acordo com o diretor do BB, que falou na quarta-feira (30) num seminário promovido pela Câmara dos Deputados para comemorar os 100 anos da existência de florestas plantadas no País, o programa vai reunir linhas de crédito já anunciadas pelo governo para a agricultura empresarial e familiar.
O prazo dos financiamentos vai depender do tipo de programa disponível para o produtor, com prazo de carência entre 4 a 10 anos. Os juros vão variar entre 4% e Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP), hoje de 9,75% ao ano.
Apesar dos investimentos feitos no setor nos últimos anos, há falta de madeira no País, que quase viveu o ano passado um “apagão florestal”, de acordo com o secretário estadual de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Minas Gerais, José Carlos Carvalho.
Segundo Carvalho, não há perspectiva de reversão desse quadro no curto prazo, pois as florestas plantadas com eucalipto levam sete anos para chegar no ponto ideal de corte.
Metas - A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, afirmou nesta semana que a área plantada com florestas chegará a 500 mil hectares em 2005, superando a meta que era prevista para 2007.
"Nunca o Brasil plantou tantas florestas como nos últimos dois anos", disse a ministra, que participou de evento em comemoração aos 100 anos de florestas plantadas, na sede da Confederação Nacional da Indústria (CNI), em Brasília (DF).
De acordo com Marina, em 2002 a área plantada foi de 320 mil hectares, número que subiu para 475 mil hectares em 2004. Ela também ressaltou que nos últimos anos o governo alocou mais recursos para políticas florestais. Em 2002 foram liberados R$ 2 milhõe s; em 2004, esse valor subiu para R$ 20 milhões. Em 2005, o montante chegará a R$ 50 milhões e a previsão da ministra é de que atingirá R$ 100 milhões em 2006.
Fonte:Estadão Online – 04/04/2005
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