Voltar
Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Desmatamento ilegal atingiu 35 mil hectares
O desmatamento ilegal nos sete municípios do Cone Sul de Rondônia em 2004 atingiu a marca de 35 mil hectares. Os números são do próprio Ibama, que no entanto, destaca o fato de se tratar de um ano atípico. De acordo com Deonir Zimmermann, chefe do escritório regional do Ibama em Vilhena, muitos proprietários de terras fizeram o desmate tendo apenas uma guia de autorização da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sedam) que não são reconhecidas pelo órgão federal. Zimmermann também adiantou que em breve deve passar a entrar em funcionamento, em parceria com o Impe, o serviço de vigilância de áreas florestais em tempo real. De acordo com o chefe, não existe um acordo firmado entre o Ibama e a Sedam, o que não permite que as guias emitidas pela secretaria de Estado sejam reconhecidas pelo órgão federal.
Diversos proprietários de terras acreditaram que a autorização da Sedam seria o suficiente para resguardá-los de sanções com relação às áreas desmatadas. Isso fez com que entre o final de 2003 e durante o ano de 2004 fossem autuados desmates ilegais que somados chegaram os 35 mil hectares. As sanções, na maior parte dos casos, foi a aplicação de multas e a não utilização da área desmatada. O acordo com o Impe, através do qual está sendo viabilizado um programa para a vigilância em tempo real das áreas que estão sendo desmatadas e uma das possibilidades de melhorar o controle. O objetivo é de que até o segundo semestre todos os escritórios do Estado possam usar o sistema. No entanto, a eficiência na fiscalização deve ser barrada pela falta de profissionais contratados. Em Vilhena, por exemplo, há seis fiscais atuando, quando seria necessário pelo menos 25.
Fonte: Amazônia.org.br – 29/03/2005
Diversos proprietários de terras acreditaram que a autorização da Sedam seria o suficiente para resguardá-los de sanções com relação às áreas desmatadas. Isso fez com que entre o final de 2003 e durante o ano de 2004 fossem autuados desmates ilegais que somados chegaram os 35 mil hectares. As sanções, na maior parte dos casos, foi a aplicação de multas e a não utilização da área desmatada. O acordo com o Impe, através do qual está sendo viabilizado um programa para a vigilância em tempo real das áreas que estão sendo desmatadas e uma das possibilidades de melhorar o controle. O objetivo é de que até o segundo semestre todos os escritórios do Estado possam usar o sistema. No entanto, a eficiência na fiscalização deve ser barrada pela falta de profissionais contratados. Em Vilhena, por exemplo, há seis fiscais atuando, quando seria necessário pelo menos 25.
Fonte: Amazônia.org.br – 29/03/2005
Fonte:
Notícias em destaque
Embrapa destaca sistemas agroflorestais como alternativa de produção sustentável
Tema do Prosa Rural nesta 4ª semana de maio aborda manejo com árvores, lavouras e frutíferas na mesma área
A Empresa...
(GERAL)
Alerta para impactos econômicos e sociais marca debate sobre espécies invasoras
Com forte participação do setor de base florestal, Caçador recebeu, no dia 25 de maio, um debate técnico sobre...
(GERAL)
Integração Lavoura Pecuária e Floresta são trunfos do Brasil para crescimento da produção; MT é exemplo
A utilização da Integração Lavoura-Pecuária (iLP) e Integração Lavoura-Pecuária-Floresta...
(SILVICULTURA)
11ª ForMóbile amplia foco em arquitetos e aposta na integração com a marcenaria para impulsionar projetos mais eficientes
De 30 de junho a 3 de julho, feira reforça experiência técnica, conteúdo especializado e conexão entre...
(EVENTOS)
Madeira mais segura para edifícios mais seguros
Os testes de resistência ao fogo são caros e complexos, razão pela qual os líderes do setor recorrem ao Serviço...
(MADEIRA E PRODUTOS)
V SEAFLOR / V ADFORS 2026 destaca inovação e empreendedorismo no setor florestal
Evento internacional reunirá universidades, empresas, startups e especialistas de mais de 40 países em debates sobre tecnologia,...
(EVENTOS)














