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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Melhorias no transporte garantem exportações
O ministro do Desenvolvimento, Luiz Fernando Furlan, afirmou ontem, na Associação de Comércio Exterior do Brasil, no Rio de Janeiro, que o acréscimo previsto em quatro anos de 215 milhões de toneladas no transporte de mercadorias no país será superado em 20%.
Segundo Furlan, já há sinalizações positivas no sentido da melhoria da logística nacional para que esse crescimento no volume transportado possa ocorrer. Segundo ele, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, por exemplo, está interessado em colaborar mais para o desenvolvimento do setor ferroviário.
- O BNDES apoiará ainda os investimentos na área portuária - garantiu o ministro, "porque isso é do interesse de uma melhora da competitividade do Brasil".
O presidente da AEB, Benedicto Moreira, defende que os portos, tal como sucede no setor rodoviário, continuem de propriedade do governo, mas tenham sua administração efetuada pela iniciativa privada, representada por entidades de classe, para evitar seu estrangulamento.
A terceirização da gestão pode ser uma saída para os portos, que respondem por 95,5% das exportações nacionais, de acordo com dados da Associação de Comércio Exterior.
Fonte: Diário Catarinense – 23/03/2005
Segundo Furlan, já há sinalizações positivas no sentido da melhoria da logística nacional para que esse crescimento no volume transportado possa ocorrer. Segundo ele, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, por exemplo, está interessado em colaborar mais para o desenvolvimento do setor ferroviário.
- O BNDES apoiará ainda os investimentos na área portuária - garantiu o ministro, "porque isso é do interesse de uma melhora da competitividade do Brasil".
O presidente da AEB, Benedicto Moreira, defende que os portos, tal como sucede no setor rodoviário, continuem de propriedade do governo, mas tenham sua administração efetuada pela iniciativa privada, representada por entidades de classe, para evitar seu estrangulamento.
A terceirização da gestão pode ser uma saída para os portos, que respondem por 95,5% das exportações nacionais, de acordo com dados da Associação de Comércio Exterior.
Fonte: Diário Catarinense – 23/03/2005
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