Voltar
Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
PF quer leis mais fortes contra crime ambiental
O novo chefe da Divisão de Repressão a Crimes Ambientais da Polícia Federal, delegado Paulo Tarso, afirmou que a legislação brasileira em vigor não trata esse tipo de crime "da forma como deveria", ao não disponibilizar ferramentas e instrumentos "tanto para quem fiscaliza quanto para quem tem de combatê-lo".
A afirmação foi feita no documentário "Amazônia - terra cobiçada", que está sendo veiculado pelas rádios Nacional da Amazônia e de Brasília.
O delegado explicou que a Divisão contra Crimes Ambientais na Polícia Federal foi criada porque a demanda estava muito grande. Acrescentou que o crescimento desse tipo de crime ocorre em razão "do grande retorno financeiro que ele rende aos infratores". Na Amazônia, afirmou o delegado, existe uma "atuação organizada de grupos", principalmente na área de animais silvestres.
O chefe da repressão ao crime ambiental da PF informou que os contrabandistas chegam a levar até "partes de animais silvestres como, por exemplo, dentes de uma onça". Há muitos casos ainda de artesanato indígena exportado ilegalmente, penas de arara, de mutum e de peixes ornamentais. De acordo com o delegado, "eles pescam em grande quantidade e levam como se fosse para consumo, mas na verdade são ornamentais."
A questão da madeira ilegal também preocupa a Polícia Federal e segundo Paulo Tarso, na Amazônia é importante a cooperação e a troca de informações sobre os criminosos que estão atuando nessa área, entre "as embaixadas e os adidos policiais". Como exemplo, ele citou a ida de uma comitiva oficial do governo brasileiro, no dia 4 de abril, a Lima, no Peru, para tratar da invasão dos madeireiros peruanos ao lado brasileiro.
"Esses madeireiros peruanos estão ligados aos madeireiros asiáticos e há até um conflito na região, envolvendo os indígenas da etnia Ashaninka, que têm uma parte no lado do Brasil e a outra no lado do Peru, onde foi devastada grande área e agora eles estão invadindo o lado brasileiro", disse Paulo Tarso.
Fonte: Panorama Brasil – 22/03/2005
A afirmação foi feita no documentário "Amazônia - terra cobiçada", que está sendo veiculado pelas rádios Nacional da Amazônia e de Brasília.
O delegado explicou que a Divisão contra Crimes Ambientais na Polícia Federal foi criada porque a demanda estava muito grande. Acrescentou que o crescimento desse tipo de crime ocorre em razão "do grande retorno financeiro que ele rende aos infratores". Na Amazônia, afirmou o delegado, existe uma "atuação organizada de grupos", principalmente na área de animais silvestres.
O chefe da repressão ao crime ambiental da PF informou que os contrabandistas chegam a levar até "partes de animais silvestres como, por exemplo, dentes de uma onça". Há muitos casos ainda de artesanato indígena exportado ilegalmente, penas de arara, de mutum e de peixes ornamentais. De acordo com o delegado, "eles pescam em grande quantidade e levam como se fosse para consumo, mas na verdade são ornamentais."
A questão da madeira ilegal também preocupa a Polícia Federal e segundo Paulo Tarso, na Amazônia é importante a cooperação e a troca de informações sobre os criminosos que estão atuando nessa área, entre "as embaixadas e os adidos policiais". Como exemplo, ele citou a ida de uma comitiva oficial do governo brasileiro, no dia 4 de abril, a Lima, no Peru, para tratar da invasão dos madeireiros peruanos ao lado brasileiro.
"Esses madeireiros peruanos estão ligados aos madeireiros asiáticos e há até um conflito na região, envolvendo os indígenas da etnia Ashaninka, que têm uma parte no lado do Brasil e a outra no lado do Peru, onde foi devastada grande área e agora eles estão invadindo o lado brasileiro", disse Paulo Tarso.
Fonte: Panorama Brasil – 22/03/2005
Fonte:
Notícias em destaque
Construção em madeira engenheirada é uma das alternativas para enfrentar o déficit habitacional de 5,9 milhões de moradias no país
O Brasil ainda enfrenta um desafio habitacional de grandes proporções, que chega a 5,9 milhões de domicílios,...
(CONSTRUÇÃO CIVIL)
Relatório Anual Ibá: Brasil bate recordes na produção e exportação de celulose
A produção brasileira de celulose alcançou a marca recorde de 29,4 milhões de toneladas em 2025, um crescimento de...
(SETOR FLORESTAL)
Pesquisa busca adaptar pinus às mudanças climáticas e aumentar a produtividade
Embrapa Florestas desenvolve desde 2021 estudo para identificar materiais genéticos mais adaptados às transformações...
(TECNOLOGIA)
Mercado de madeira tratada deve crescer 6,7 por cento ao ano até 2030, segundo pesquisa
O mercado mundial de madeira tratada deve crescer, em média, 6,7% ao ano até 2030, segundo projeção da Grand View...
(MADEIRA E PRODUTOS)
Suzano abre oportunidades de emprego em Bataguassu, Ribas do Rio Pardo e Três Lagoas (MS)
Oportunidades abrangem áreas florestal, manutenção, logística, administrativa e operacional, com...
(GERAL)
Suzano bate recorde em Santos e embarca 39,1 mil t de celulose em 24h
Volume, que seguiu em dois navios para a Europa, equivale a 407 vagões de trens de carga
A Suzano embarcou 39,1 mil toneladas de...
(LOGÍSTICA)














