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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Manufaturados representam 58% nas exportações de 2005
Os produtos manufaturados representaram 58% das exportações brasileiras nos dois primeiros meses deste ano, destacou hoje o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Luiz Fernando Furlan. Segundo ele, os manufaturados representaram no ano passado 54% das vendas ao exterior.
Ao participar da reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, Furlan disse que o setor mais relevante é o de material de transporte, que inclui veículos, auto-peças, tratores, aeronaves e que hoje se aproxima dos US$ 20 bilhões em exportações. "É um setor que cria um grande número de empregos e onde o Brasil está se tornando extremamente competitivo com um crescimento acima de 30% ao ano", afirmou.
O Brasil tem uma meta arrojada de levar a 30% a relação entre o comércio exterior e o Produto Interno Bruto (PIB) – que internacionalmente mede o grau de abertura de um país. Isso reduz o risco-país (que mede a desconfiança dos investidores no Brasil), as taxa de juros e tem um impacto sobre a produtividade interna.
"Quanto mais aberta é uma economia, maior a capacidade de gerar recursos e menor o risco. Isso terá um impacto muito positivo para que nós possamos quebrar a barreira dos 400 pontos (faixa em que se situa o risco-Brasil) e buscar a barreira dos 200 pontos, como já alcançou o México, como o Chile tem hoje 85 pontos de risco".
Segundo Furlan, o risco-Brasil é o quinto maior do mundo. O ministro acrescentou que o país era considerado um dos mais fechados mundialmente, tendo permanecido toda a década de 90 abaixo de 15% de relação comércio exterior-PIB.
Fonte: Agência Brasil – 16/03/2005
Ao participar da reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, Furlan disse que o setor mais relevante é o de material de transporte, que inclui veículos, auto-peças, tratores, aeronaves e que hoje se aproxima dos US$ 20 bilhões em exportações. "É um setor que cria um grande número de empregos e onde o Brasil está se tornando extremamente competitivo com um crescimento acima de 30% ao ano", afirmou.
O Brasil tem uma meta arrojada de levar a 30% a relação entre o comércio exterior e o Produto Interno Bruto (PIB) – que internacionalmente mede o grau de abertura de um país. Isso reduz o risco-país (que mede a desconfiança dos investidores no Brasil), as taxa de juros e tem um impacto sobre a produtividade interna.
"Quanto mais aberta é uma economia, maior a capacidade de gerar recursos e menor o risco. Isso terá um impacto muito positivo para que nós possamos quebrar a barreira dos 400 pontos (faixa em que se situa o risco-Brasil) e buscar a barreira dos 200 pontos, como já alcançou o México, como o Chile tem hoje 85 pontos de risco".
Segundo Furlan, o risco-Brasil é o quinto maior do mundo. O ministro acrescentou que o país era considerado um dos mais fechados mundialmente, tendo permanecido toda a década de 90 abaixo de 15% de relação comércio exterior-PIB.
Fonte: Agência Brasil – 16/03/2005
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