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Notícias

09
out
2018
(INTERNACIONAL)
Desmatamento deu lugar ao plantio de novas árvores

Um planeta mais verde do que se pensava, porque a superfície da Terra coberta por árvores aumentou 7,1% entre 1982 e 2016. Representa cerca de 2,24 milhões de quilômetros quadrados mais de uma área equivalente a os estados do Texas e Alasca dos Estados Unidos, colocados juntos.

O desmatamento pesado em áreas tropicais, como o Brasil amplamente na liderança, foi ultrapassado pela expansão das florestas em países temperados da América, Europa e Ásia, em parte devido ao abandono das culturas, as árvores que crescem em regiões polares pela aquecimento global e planos de reflorestamento da China.

Árvores em áreas montanhosas também aumentaram, um sinal de aumento de temperatura.

Os dados vêm de um estudo da Universidade de Maryland, baseado em fotos de satélite e publicado pela revista Nature. A cobertura global de árvores, nos 35 anos de 1982 a 2016, de acordo com a pesquisa, aumentou de 31 para 33 milhões de quilômetros quadrados.

O maior aumento foi observado nas florestas continentais temperadas (726.000 quilômetros quadrados), florestas de coníferas boreais (463.000 quilômetros quadrados), floresta subtropical úmido (280.000 quilômetros quadrados), Rússia (790.000 quilômetros quadrados, China (324.000 quilômetros quadrados) e os Estados Unidos (301 mil quilômetros quadrados).

Enquanto o aquecimento global fez expansão das florestas em áreas polares áreas montanhosas também viram um aumento na cobertura florestal, devido ao aumento das temperaturas e ao despovoamento. em florestas tropicais (373.000 quilômetros quadrados menos), as florestas tropicais (332.000 quilômetros quadrados menos e florestas secas tropicais (184 quilômetros quadrados: enquanto nos trópicos no mesmo período as maiores perdas de árvores ocorreu menos). o Brasil é de longe o país área mais arborizada perdeu alguns 399 quilômetros quadrados a menos de Canadá, Rússia, Argentina e Paraguai, todos juntos. no entanto, na avaliação global, esta redução de árvores em países quentes foi compensado e superado pela melhoria nos países temperados.

Os pesquisadores de Maryland observaram que seus dados parecem estar em contradição com os da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), que falou sobre uma perda global de florestas entre 1990 e 2015.

Por essa razão, eles explicaram que a agência da ONU levou em consideração apenas as florestas, enquanto avaliavam a cobertura total das árvores. Por exemplo, as plantações de dendezeiros ou árvores para uso industrial que substituíram as florestas originais da FAO representam o desmatamento, enquanto para os estudiosos de Maryland elas são sempre áreas florestais.

Fonte: Infoslyva/Remade

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