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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
C&P: novo ciclo de desenvolvimento
Uma delegação da diretoria da Bracelpa, liderada por Osmar Zogbi, presidente da entidade, reuniu-se na última sexta-feira com o presidente Guido Mantega e a diretoria do BNDES. Neste encontro, foram abordados novos aspectos do relacionamento do banco com o setor de celulose e papel, entre os quais uma visão estratégica examinando o diferencial da indústria brasileira frente a seus concorrentes internacionais, sob uma variedade de ângulos.
A exata noção de nossos pontos fortes e a gestão do conhecimento; a tecnologia do plantio de pinus e eucalipto; o avanço em pesquisa e desenvolvimento e muitos outros temas que envolvem o setor e as particularidades de cada um de seus produtos proporcionaram aos participantes da reunião a oportunidade de examinar os limites da nossa competitividade. O conjunto de informações também permitiu o exame em profundidade das condições de apoio que o setor precisa para alavancar não só o seu desenvolvimento, mas o do próprio país, considerando-se toda a vantagem comparativa de que dispõe.
Essa vantagem se perderá no tempo se não forem contemplados os meios para que o setor continue crescendo e avançando em sua posição mundial, na qual o Brasil ocupa hoje a 7ª colocação como produtor de celulose e a 11ª como produtor de papel. O presidente do BNDES, Guido Mantega, informou que o banco considera o setor estratégico para o país, seja pela geração de empregos e renda, pelo recolhimento de impostos e pelo importante superávit comercial, como também por suas vantagens comparativas.
Ainda segundo Mantega, o banco está reformulando seus procedimentos para tornar mais ágil o exame e a aprovação dos projetos de investimento que terão repercussão positiva, tanto para o setor de celulose e papel, como para outros segmentos industriais. “Estamos iniciando um novo ciclo de desenvolvimento”, afirmou ele, confirmando que as novas diretrizes do banco contam com o apoio e incentivo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Dentre as propostas de reformulação, o presidente do BNDES pretende ampliar a fonte de recursos da instituição, por intermédio do aumento da participação do BNDESPAR nas empresas, e incentivando a colocação de papéis no mercado de capitais. Sobre o financiamento à exportações (BNDES-exim), informou que não haverá limitação de recursos para seu incremento, notícia essa que, segundo Osmar Zogbi, traz confiança aos investimentos programados pelo setor, cujo objetivo é o de dobrar as exportações nos próximos 10 anos.
“Estamos confiantes que estas e outras modificações propostas darão agilidade ao banco, cujo apoio ao desenvolvimento do setor está alinhado ao crescimento do país”, comentou o presidente da Bracelpa.
Fonte: Celulose Online – 15/03/2005
A exata noção de nossos pontos fortes e a gestão do conhecimento; a tecnologia do plantio de pinus e eucalipto; o avanço em pesquisa e desenvolvimento e muitos outros temas que envolvem o setor e as particularidades de cada um de seus produtos proporcionaram aos participantes da reunião a oportunidade de examinar os limites da nossa competitividade. O conjunto de informações também permitiu o exame em profundidade das condições de apoio que o setor precisa para alavancar não só o seu desenvolvimento, mas o do próprio país, considerando-se toda a vantagem comparativa de que dispõe.
Essa vantagem se perderá no tempo se não forem contemplados os meios para que o setor continue crescendo e avançando em sua posição mundial, na qual o Brasil ocupa hoje a 7ª colocação como produtor de celulose e a 11ª como produtor de papel. O presidente do BNDES, Guido Mantega, informou que o banco considera o setor estratégico para o país, seja pela geração de empregos e renda, pelo recolhimento de impostos e pelo importante superávit comercial, como também por suas vantagens comparativas.
Ainda segundo Mantega, o banco está reformulando seus procedimentos para tornar mais ágil o exame e a aprovação dos projetos de investimento que terão repercussão positiva, tanto para o setor de celulose e papel, como para outros segmentos industriais. “Estamos iniciando um novo ciclo de desenvolvimento”, afirmou ele, confirmando que as novas diretrizes do banco contam com o apoio e incentivo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Dentre as propostas de reformulação, o presidente do BNDES pretende ampliar a fonte de recursos da instituição, por intermédio do aumento da participação do BNDESPAR nas empresas, e incentivando a colocação de papéis no mercado de capitais. Sobre o financiamento à exportações (BNDES-exim), informou que não haverá limitação de recursos para seu incremento, notícia essa que, segundo Osmar Zogbi, traz confiança aos investimentos programados pelo setor, cujo objetivo é o de dobrar as exportações nos próximos 10 anos.
“Estamos confiantes que estas e outras modificações propostas darão agilidade ao banco, cujo apoio ao desenvolvimento do setor está alinhado ao crescimento do país”, comentou o presidente da Bracelpa.
Fonte: Celulose Online – 15/03/2005
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