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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Exportação de celulose e papel cresce
A demanda por papéis (exceto cartões) no mercado interno, que caiu entre 8% e 10% nos dois primeiros meses deste ano, levou a Suzano Papel e Celulose a ampliar as exportações do produto, segundo o diretor de negócios internacionais da empresa, Rogério Ziviani.
O executivo não revelou números, mas afirmaou que a retração interna resultará em exportações acima das previstas para o trimestre. A Argentina, onde a empresa mantém uma distribuidora, é um dos mercados que vem aumentando o consumo, informou Ziviani.
Apesar de não estar no mesmo ritmo de demanda da celulose, o executivo disse que a tendência é que o preço internacional do papel suba em abril, já que a celulose teve dois reajustes de dezembro para cá, que somaram U$ 60. No papel não houve aumento desde outubro último, informou.
Em outubro os reajustes ficaram entre 6% e 7%. Ziviani estima um novo aumento que poderá ficar entre 5% e 7%. Para se ter uma idéia do valor do produto, Ziviani informou que o preço médio por tonelada na França é hoje de € 850.
Em 2004, a Suzano exportou 302 mil toneladas de papel e 412 mil de celulose. Neste ano, a empresa contará com mais 60 mil toneladas de celulose para exportação. O consumo está tão aquecido que Ziviani disse que, em muitos casos, o reajuste anunciado para este mês aconteceu já em fevereiro.
A China é uma das impulsionadoras dessa demanda. Mas, apesar de produzir muito papel, a China tem maior influência no mercado asiático. Ziviani disse que o corte de mata nativa e o emprego de menores, entre outros pontos, restringem a compra por parte de muitas empresas européias e norte-americanas.
Segundo o executivo, as restrições ficaram mais fortes no final de 2004 e as certificações como a do Forest Stewardship Council (FSC) têm peso importante, principalmente na Europa. Ziviani disse achar difícil que o dólar volte aos R$ 3 este ano, mas considerou positivo o movimento de alta dos últimos dias.
Fonte: Gazeta Mercantil – 10/03/2005
O executivo não revelou números, mas afirmaou que a retração interna resultará em exportações acima das previstas para o trimestre. A Argentina, onde a empresa mantém uma distribuidora, é um dos mercados que vem aumentando o consumo, informou Ziviani.
Apesar de não estar no mesmo ritmo de demanda da celulose, o executivo disse que a tendência é que o preço internacional do papel suba em abril, já que a celulose teve dois reajustes de dezembro para cá, que somaram U$ 60. No papel não houve aumento desde outubro último, informou.
Em outubro os reajustes ficaram entre 6% e 7%. Ziviani estima um novo aumento que poderá ficar entre 5% e 7%. Para se ter uma idéia do valor do produto, Ziviani informou que o preço médio por tonelada na França é hoje de € 850.
Em 2004, a Suzano exportou 302 mil toneladas de papel e 412 mil de celulose. Neste ano, a empresa contará com mais 60 mil toneladas de celulose para exportação. O consumo está tão aquecido que Ziviani disse que, em muitos casos, o reajuste anunciado para este mês aconteceu já em fevereiro.
A China é uma das impulsionadoras dessa demanda. Mas, apesar de produzir muito papel, a China tem maior influência no mercado asiático. Ziviani disse que o corte de mata nativa e o emprego de menores, entre outros pontos, restringem a compra por parte de muitas empresas européias e norte-americanas.
Segundo o executivo, as restrições ficaram mais fortes no final de 2004 e as certificações como a do Forest Stewardship Council (FSC) têm peso importante, principalmente na Europa. Ziviani disse achar difícil que o dólar volte aos R$ 3 este ano, mas considerou positivo o movimento de alta dos últimos dias.
Fonte: Gazeta Mercantil – 10/03/2005
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