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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Basa define arranjos produtivos prioritários
O Estado do Acre teve definidos seis arranjos produtivos locais (APLs) prioritários em áreas potenciais para financiamentos com recursos do Banco da Amazônia em 2005. APLs são aglomerados de empreendimentos que se completam na formação de uma cadeia produtiva, o embrião de um futuro pólo econômico. Essa estratégia foi escolhida pelo Banco da Amazônia para alavancar o desenvolvimento regional e tornar mais efetivo o resultado dos financiamentos concedidos pelo Banco.
Os arranjos produtivos prioritários para o Acre são a indústria florestal integrada (móveis, essências florestais, borracha, sementes, castanha e madeira processada), ecoturismo, pecuária de corte e leite, agroindústria (couro, leite, farinha, açaí, polpas de frutas, pescado, açúcar e derivados da cana), mandioca e grãos (milho, arroz e feijão).
O Plano de Aplicação dos Recursos do Banco da Amazônia no Acre foi elaborado em parceria do Banco com representantes de instituições federais, estaduais e entidades de classe de trabalhadores e empresários, em encontros nos dias 23 e 24 de agosto de 2004, no Pinheiro Palace Hotel, em Rio Branco.
Recursos
A previsão inicial de aplicação de recursos no Acre – que poderá ser superada ao longo do ano, de acordo com o resultado da arrecadação federal, que abastece os fundos constitucionais – é de R$ 93,8 milhões do Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO), mais R$ 8,6 milhões em transferências do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), R$ 26 milhões do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e R$ 7,9 milhões do Orçamento Geral da União (OGU), em um total de R$ 136,3 milhões.
Só o FNO deverá atender a 4.207 projetos em Roraima. Reunidas as quatro fontes de recursos disponibilizados pelo Banco, a previsão é de geração de 26,9 mil oportunidades de emprego.
Entre as instituições que participaram do encontro estão cooperativas de agricultores, seringueiros e de assistência técnica, empresas de contabilidade e assessoria econômica, a Agência de Desenvolvimento da Amazônia (ADA), a Comissão Pastoral da Terra (CPT), Delegacia Federal de Agricultura, Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), federações de Agricultura do Acre (Fieac) e dos Trabalhadores na Agricultura (Fetacre), Fundação de Tecnologia do Estado do Acre (Funtac), Ministério da Integração Nacional, secretarias de Estado de Agricultura e Pecuária (Seap), de Assistência Técnica e Garantia da Produção (Seater), de Extrativismo e Produção Familiar (Seprof), de Floresta (Sef), de Planejamento e Desenvolvimento Econômico Sustentável (Seplands), o Serviço Brasileiro de Apoio à Micro e Pequena Empresa (Sebrae) e Universidade Federal do Acre (Ufac).
Fonte: Página 20 – 07/03/2005
Os arranjos produtivos prioritários para o Acre são a indústria florestal integrada (móveis, essências florestais, borracha, sementes, castanha e madeira processada), ecoturismo, pecuária de corte e leite, agroindústria (couro, leite, farinha, açaí, polpas de frutas, pescado, açúcar e derivados da cana), mandioca e grãos (milho, arroz e feijão).
O Plano de Aplicação dos Recursos do Banco da Amazônia no Acre foi elaborado em parceria do Banco com representantes de instituições federais, estaduais e entidades de classe de trabalhadores e empresários, em encontros nos dias 23 e 24 de agosto de 2004, no Pinheiro Palace Hotel, em Rio Branco.
Recursos
A previsão inicial de aplicação de recursos no Acre – que poderá ser superada ao longo do ano, de acordo com o resultado da arrecadação federal, que abastece os fundos constitucionais – é de R$ 93,8 milhões do Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO), mais R$ 8,6 milhões em transferências do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), R$ 26 milhões do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e R$ 7,9 milhões do Orçamento Geral da União (OGU), em um total de R$ 136,3 milhões.
Só o FNO deverá atender a 4.207 projetos em Roraima. Reunidas as quatro fontes de recursos disponibilizados pelo Banco, a previsão é de geração de 26,9 mil oportunidades de emprego.
Entre as instituições que participaram do encontro estão cooperativas de agricultores, seringueiros e de assistência técnica, empresas de contabilidade e assessoria econômica, a Agência de Desenvolvimento da Amazônia (ADA), a Comissão Pastoral da Terra (CPT), Delegacia Federal de Agricultura, Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), federações de Agricultura do Acre (Fieac) e dos Trabalhadores na Agricultura (Fetacre), Fundação de Tecnologia do Estado do Acre (Funtac), Ministério da Integração Nacional, secretarias de Estado de Agricultura e Pecuária (Seap), de Assistência Técnica e Garantia da Produção (Seater), de Extrativismo e Produção Familiar (Seprof), de Floresta (Sef), de Planejamento e Desenvolvimento Econômico Sustentável (Seplands), o Serviço Brasileiro de Apoio à Micro e Pequena Empresa (Sebrae) e Universidade Federal do Acre (Ufac).
Fonte: Página 20 – 07/03/2005
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