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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Fatma cancela autorizações para extração de madeira em SC.
Este ano, o Ibama empreendeu a Operação Araucária para conter o desmatamento, apreendeu 600 metros cúbicos da madeira e constatou irregularidades em 965 autorizações expedidas pela Fatma, na região de Canoinhas. A Fatma cancelou todas as autorizações e também abriu sindicância interna. De acordo com o superintendente da Fatma/SC, Sérgio Grando, todas as autorizações são da administração anterior. O ex-presidente da Feec João de Deus, alega que os 600 metros cúbicos apreendidos pelo Ibama não são nem a ponta do iceberg. "Tivemos acesso a algumas autorizações irregulares para o corte de 1,7 mil metros cúbicos", conta.
A ganância dos madeireiros pela extração ilegal da araucária pode ser medida pelo valor de exportação da espécie. Uma árvore de araucária rende de 8 a 10 metros cúbicos de madeira. O metro cúbico exportado de araucária vale US$ 800, "ou mais", segundo Luiz Fernando Merico, do Ibama. É só fazer a conta e chegar à conclusão de que uma única araucária vale US$ 8 mil.
O que se sabe da situação envolvendo o Ibama é que alguns funcionários do órgão autorizaram cortes de árvores mortas ou caídas acima dos 15 metros cúbicos, em cinco anos, como estabelece a lei. "As irregularidades cometidas pela administração anterior têm de ser esclarecidas pela administração do Merico", reclama João. A Feec solicitou ao Ibama, há mais de um mês, todas as autorizações expedidas a partir de 2000 para o corte de árvores caídas ou mortas no Estado. O Ibama ainda não respondeu à solicitação.
Uma das estratégias do órgão para tentar diminuir o corte ilegal de madeiras consiste em mudar a forma de atuação. O Ibama vai controlar a quantidade de madeira circulante no mercado, ou seja, conferir os dados de autorização de corte com a madeira embarcada nos portos e nos pátios das madeireiras. "Hoje, este controle não é realizado", admite Merico. O gerente-executivo também pretende mudar a relação com os municípios e o Estado, pois entende que a sobrecarga do Ibama é porque as prefeituras não cumprem com a sua parte na fiscalização.
A Notícia
15/Jul/03)
A ganância dos madeireiros pela extração ilegal da araucária pode ser medida pelo valor de exportação da espécie. Uma árvore de araucária rende de 8 a 10 metros cúbicos de madeira. O metro cúbico exportado de araucária vale US$ 800, "ou mais", segundo Luiz Fernando Merico, do Ibama. É só fazer a conta e chegar à conclusão de que uma única araucária vale US$ 8 mil.
O que se sabe da situação envolvendo o Ibama é que alguns funcionários do órgão autorizaram cortes de árvores mortas ou caídas acima dos 15 metros cúbicos, em cinco anos, como estabelece a lei. "As irregularidades cometidas pela administração anterior têm de ser esclarecidas pela administração do Merico", reclama João. A Feec solicitou ao Ibama, há mais de um mês, todas as autorizações expedidas a partir de 2000 para o corte de árvores caídas ou mortas no Estado. O Ibama ainda não respondeu à solicitação.
Uma das estratégias do órgão para tentar diminuir o corte ilegal de madeiras consiste em mudar a forma de atuação. O Ibama vai controlar a quantidade de madeira circulante no mercado, ou seja, conferir os dados de autorização de corte com a madeira embarcada nos portos e nos pátios das madeireiras. "Hoje, este controle não é realizado", admite Merico. O gerente-executivo também pretende mudar a relação com os municípios e o Estado, pois entende que a sobrecarga do Ibama é porque as prefeituras não cumprem com a sua parte na fiscalização.
A Notícia
15/Jul/03)
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