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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
RS ganha Escola de Marcenaria
O município de Torres, distante 200 quilômetros de Porto Alegre, ganhará uma inédita Escola de Marcenaria. A inauguração está prevista para o próximo dia 8 de março, com o início do Curso de Formação de Marceneiros. A escola foi criada por um esforço conjunto dos empresários do setor moveleiro da região, da Prefeitura Municipal, da Universidade Luterana do Brasil (Ulbra) e do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas no Rio Grande do Sul (Sebrae/RS).
Para a primeira turma do curso, que terá duração de um ano e meio, já foram selecionados 24 jovens. O pré-requisito é ter mais de 16 anos e saber ler e escrever. Não são exigidos diplomas escolares, e a mensalidade será simbólica. “A idéia é que a escola sirva também para a inserção de jovens pobres no mercado de trabalho”, afirma Marcos Pinho, empresário do setor que ajudou a criar o estabelecimento de ensino e será um dos professores voluntários.
A iniciativa vem suprir uma carência do Litoral Norte e um dos maiores problemas das micro e pequenas empresas do setor de móveis: a falta de mão-de-obra qualificada. Há cerca de quatro anos, a única escola técnica de Torres foi fechada. Na época, o professor Sadi Lippert, diretor da escola, pediu que as máquinas ficassem na comunidade e começou a lutar por um espaço para o ensino da marcenaria.
O projeto, porém, foi abandonado por causa da morte de Lippert, e somente agora está sendo retomado. A escola terá sede na Creche do Curtume, espaço cedido pela prefeitura. No momento, o curso aguarda reconhecimento do Ministério da Educação (MEC).
Estima-se que existam cerca de 500 micro e pequenas empresas do setor de madeira e móveis no Litoral Norte, que reúne 23 municípios. Segundo José Dirnei de Souza, consultor do Sebrae/RS, um levantamento, realizado em 2003, apontou que o segmento movimentou mais de R$ 55 milhões, com a geração de 2.500 empregos. O desenvolvimento dos micro e pequenos empreendimentos do setor moveleiro gaúcho é considerado prioritário pelo Sebrae/RS, com investimentos previstos de R$ 4,1 milhões em 2005, já incluído o aporte dos parceiros.
Fonte: Sebrae/RS – 23/02/2005
Para a primeira turma do curso, que terá duração de um ano e meio, já foram selecionados 24 jovens. O pré-requisito é ter mais de 16 anos e saber ler e escrever. Não são exigidos diplomas escolares, e a mensalidade será simbólica. “A idéia é que a escola sirva também para a inserção de jovens pobres no mercado de trabalho”, afirma Marcos Pinho, empresário do setor que ajudou a criar o estabelecimento de ensino e será um dos professores voluntários.
A iniciativa vem suprir uma carência do Litoral Norte e um dos maiores problemas das micro e pequenas empresas do setor de móveis: a falta de mão-de-obra qualificada. Há cerca de quatro anos, a única escola técnica de Torres foi fechada. Na época, o professor Sadi Lippert, diretor da escola, pediu que as máquinas ficassem na comunidade e começou a lutar por um espaço para o ensino da marcenaria.
O projeto, porém, foi abandonado por causa da morte de Lippert, e somente agora está sendo retomado. A escola terá sede na Creche do Curtume, espaço cedido pela prefeitura. No momento, o curso aguarda reconhecimento do Ministério da Educação (MEC).
Estima-se que existam cerca de 500 micro e pequenas empresas do setor de madeira e móveis no Litoral Norte, que reúne 23 municípios. Segundo José Dirnei de Souza, consultor do Sebrae/RS, um levantamento, realizado em 2003, apontou que o segmento movimentou mais de R$ 55 milhões, com a geração de 2.500 empregos. O desenvolvimento dos micro e pequenos empreendimentos do setor moveleiro gaúcho é considerado prioritário pelo Sebrae/RS, com investimentos previstos de R$ 4,1 milhões em 2005, já incluído o aporte dos parceiros.
Fonte: Sebrae/RS – 23/02/2005
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