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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Fomento aos móveis de Ubá
Entidades estaduais, federais e privadas assinaram acordo de investimento de R$ 12 milhões no pólo moveleiro da região de Ubá, na Zona da Mata Mineira. O dinheiro vai ser usado para implementar os 25 projetos prioritários de desenvolvimento das empresas locais em áreas como marketing, design de móveis, logística e infra-estrutura de exportação.
Na quarta-feira, uma missão de técnicos do governo estadual e representante das entidades parceiras se reúne com o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Luiz Fernando Furlan, para negociar os R$ 8 milhões restantes. O dinheiro é necessário para viabilizar a revitalização as atividades nas 350 empresas das sete cidades que compõem o pólo moveleiro. Os acordos podem garantir 7 mil empregos diretos na região, terceira maior produtora de móveis do País, superada só pelas de São Bento do Sul (SC) e Bento Gonçalves (RS).
As empresas da região, que exportaram US$ 2,7 milhões em 2004, formam um dos 11 Arranjos Produtivos Locais (APLs) escolhidos pela União como prioritários para receber verbas de desenvolvimento, entre os 450 no País. “Refinamos o diagnóstico das necessidades locais e voltaremos a Brasília para justificar o aporte (de R$ 8 milhões)”, diz Enil Almeida Brescia, da Coordenação de Ações do Projeto Estrutural do APL em Ubá, ligada à Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior. Os R$ 20 milhões devem ser aplicados na região até o fim de 2006. Além de Ubá, fazem parte do arranjo de produção empresas das cidades de Rodeiro, Guidoval, Piraúba, Tocantins, Rio Pomba, Visconde de Rio Branco e Guiricema.
Conforme o documento assinado por 29 entidades como Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), governo estadual, Sebrae Minas, universidades, prefeituras e bancos federais, parte do recurso será usada ainda este ano para aumentar em 10% o volume físico das vendas e em 3% o número de pessoas ocupadas nas fábricas de móveis. “As fábricas que pertencem ao consórcio exportador (9) conseguiram colocar os móveis mineiros em mercado como o norte-americano e agora estão investindo forte no Oriente Médio”, diz Elisângela Guimarães, gerente de exportação do Movexport, consórcio criado em 2001 para promover as exportações na região.
As empresas montaram exposição permanente, com 400 metros quadrados, no Dubai. Além da desvalorização do dólar (que tem forçado renegociação com compradores), a gerente lembra que o aumento no custo das matérias-primas é desafio para as fábricas, a maioria de médio porte. “Brigamos desde dezembro com o aumento da matéria-prima, que chegou a 15%”, diz.
Fonte: O Estado de Minas – MG – 22/02/2005
Na quarta-feira, uma missão de técnicos do governo estadual e representante das entidades parceiras se reúne com o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Luiz Fernando Furlan, para negociar os R$ 8 milhões restantes. O dinheiro é necessário para viabilizar a revitalização as atividades nas 350 empresas das sete cidades que compõem o pólo moveleiro. Os acordos podem garantir 7 mil empregos diretos na região, terceira maior produtora de móveis do País, superada só pelas de São Bento do Sul (SC) e Bento Gonçalves (RS).
As empresas da região, que exportaram US$ 2,7 milhões em 2004, formam um dos 11 Arranjos Produtivos Locais (APLs) escolhidos pela União como prioritários para receber verbas de desenvolvimento, entre os 450 no País. “Refinamos o diagnóstico das necessidades locais e voltaremos a Brasília para justificar o aporte (de R$ 8 milhões)”, diz Enil Almeida Brescia, da Coordenação de Ações do Projeto Estrutural do APL em Ubá, ligada à Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior. Os R$ 20 milhões devem ser aplicados na região até o fim de 2006. Além de Ubá, fazem parte do arranjo de produção empresas das cidades de Rodeiro, Guidoval, Piraúba, Tocantins, Rio Pomba, Visconde de Rio Branco e Guiricema.
Conforme o documento assinado por 29 entidades como Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), governo estadual, Sebrae Minas, universidades, prefeituras e bancos federais, parte do recurso será usada ainda este ano para aumentar em 10% o volume físico das vendas e em 3% o número de pessoas ocupadas nas fábricas de móveis. “As fábricas que pertencem ao consórcio exportador (9) conseguiram colocar os móveis mineiros em mercado como o norte-americano e agora estão investindo forte no Oriente Médio”, diz Elisângela Guimarães, gerente de exportação do Movexport, consórcio criado em 2001 para promover as exportações na região.
As empresas montaram exposição permanente, com 400 metros quadrados, no Dubai. Além da desvalorização do dólar (que tem forçado renegociação com compradores), a gerente lembra que o aumento no custo das matérias-primas é desafio para as fábricas, a maioria de médio porte. “Brigamos desde dezembro com o aumento da matéria-prima, que chegou a 15%”, diz.
Fonte: O Estado de Minas – MG – 22/02/2005
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