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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Indústria investe com cautela para ampliar capacidade de produção
Sem alarde, as indústrias do País têm feito um trabalho de "formiguinha" nos últimos meses para ampliar a capacidade de produção apenas com pequenos investimentos. A simples troca da peça de uma máquina, a substituição de uma linha de produção, a melhoria do treinamento de pessoal ou até mesmo o uso de instalações de outra indústria ociosa e concorrente para fabricar mercadorias têm proporcionado ganhos de até 30% na produção.
São investimentos reduzidos, de até US$ 10 milhões, dependendo do setor, que fazem a diferença. Eles contribuem para atenuar o iminente esgotamento da capacidade de produção industrial. O processo de "turbinamento" pelo qual a indústria passa ocorre especialmente em setores exportadores de produtos primários de grande importância no comércio internacional como minérios, metais e celulose, cujos preços estão valorizados. Mas também ganha força entre os fabricantes de bens de consumo, como eletroeletrônicos, calçados, fraldas e até lingerie.
Juro elevado e Real forte inibem projetos maiores
Consultorias, empresas especializadas em vender equipamentos de automação e representantes da própria indústria atestam o maior interesse das empresas do setor para ampliar a capacidade de produção sem investimentos de peso, como erguer uma nova planta. O juro elevado e em trajetória de alta, somado ao dólar depreciado, são fatores que contribuem para que os investimentos sejam modestos.
"Ampliar a capacidade de produção com pequenos ajustes é o primeiro passo para quem tem dúvidas em relação ao futuro", diz Milton da Vila, sócio da consultoria Deloitte Touche Tohmatsu. Ele diz que o momento atual é de cautela, especialmente depois que o governo voltou a subir os juros e a indicar novas altas. "Hoje ninguém colocou o pé no freio nem no acelerador", pondera.
Fonte: O Estado de S. Paulo – 11/02/2005
São investimentos reduzidos, de até US$ 10 milhões, dependendo do setor, que fazem a diferença. Eles contribuem para atenuar o iminente esgotamento da capacidade de produção industrial. O processo de "turbinamento" pelo qual a indústria passa ocorre especialmente em setores exportadores de produtos primários de grande importância no comércio internacional como minérios, metais e celulose, cujos preços estão valorizados. Mas também ganha força entre os fabricantes de bens de consumo, como eletroeletrônicos, calçados, fraldas e até lingerie.
Juro elevado e Real forte inibem projetos maiores
Consultorias, empresas especializadas em vender equipamentos de automação e representantes da própria indústria atestam o maior interesse das empresas do setor para ampliar a capacidade de produção sem investimentos de peso, como erguer uma nova planta. O juro elevado e em trajetória de alta, somado ao dólar depreciado, são fatores que contribuem para que os investimentos sejam modestos.
"Ampliar a capacidade de produção com pequenos ajustes é o primeiro passo para quem tem dúvidas em relação ao futuro", diz Milton da Vila, sócio da consultoria Deloitte Touche Tohmatsu. Ele diz que o momento atual é de cautela, especialmente depois que o governo voltou a subir os juros e a indicar novas altas. "Hoje ninguém colocou o pé no freio nem no acelerador", pondera.
Fonte: O Estado de S. Paulo – 11/02/2005
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