Voltar
Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Ibama e Incra discutem bloqueio da BR-163 por madeireiros
Representantes do Ibama - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, Incra - Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária e Ministério do Meio Ambiente discutiram nesta terça-feira (1) o bloqueio da rodovia BR-163, que liga Santarém (PA) a Cuiabá (MT).
Desde quarta-feira (26/1), a rodovia está bloqueada por manifestantes contrários a uma portaria do governo federal que trata do recadastramento de terras. A Associação da Indústria Madeireira de Santarém diz que o prazo estipulado é insuficiente – para terras com mais de 400 hectares, venceu nesta segunda-feira, 31 de janeiro.
O bloqueio de caminhões na estrada já ultrapassa 20 quilômetros, segundo manifestantes do Pará. A ação está prejudicando moradores da cidade Novo Progresso (PA), cujo prefeito, Tony Gonçalves, decretou estado de emergência e estipulou ponto facultativo até quarta-feira (3/2). Ele disse temer que a população se manifeste com violência: "Se brincar, vai virar um conflito de guerra armada."
A cidade corre o risco de ficar sem combustível, alimentos e até energia. "Está começando a faltar combustível, verdura não tem mais, está começando a faltar comida. Em breve, vai faltar energia, porque é gerada a óleo e depende da rodovia", explicou o prefeito.
Na segunda-feira (31/1), madeireiros tentaram fechar o Rio Amazonas mas foram impedidos pela Marinha. O presidente da Associação da Indústria Madeireira de Santarém, Audir Geovane Schimidt, disse que se as negociações com o governo não avançarem, os bloqueios vão se estender a outros locais da região.
Fonte: Ambiente Brasil – 02/02/2005
Desde quarta-feira (26/1), a rodovia está bloqueada por manifestantes contrários a uma portaria do governo federal que trata do recadastramento de terras. A Associação da Indústria Madeireira de Santarém diz que o prazo estipulado é insuficiente – para terras com mais de 400 hectares, venceu nesta segunda-feira, 31 de janeiro.
O bloqueio de caminhões na estrada já ultrapassa 20 quilômetros, segundo manifestantes do Pará. A ação está prejudicando moradores da cidade Novo Progresso (PA), cujo prefeito, Tony Gonçalves, decretou estado de emergência e estipulou ponto facultativo até quarta-feira (3/2). Ele disse temer que a população se manifeste com violência: "Se brincar, vai virar um conflito de guerra armada."
A cidade corre o risco de ficar sem combustível, alimentos e até energia. "Está começando a faltar combustível, verdura não tem mais, está começando a faltar comida. Em breve, vai faltar energia, porque é gerada a óleo e depende da rodovia", explicou o prefeito.
Na segunda-feira (31/1), madeireiros tentaram fechar o Rio Amazonas mas foram impedidos pela Marinha. O presidente da Associação da Indústria Madeireira de Santarém, Audir Geovane Schimidt, disse que se as negociações com o governo não avançarem, os bloqueios vão se estender a outros locais da região.
Fonte: Ambiente Brasil – 02/02/2005
Fonte:
Notícias em destaque
O que explica a queda no mercado florestal
O setor florestal brasileiro mantém trajetória de crescimento em área cultivada, ao mesmo tempo em que enfrenta ajustes no...
(MERCADO)
Erva-mate vai além da cuia e passa fronteiras
Empresa gaúcha idealizou refrigerante usando a mesma planta do chimarrão e tem despertado interesse até mesmo em...
(AGRO)
BNDES destina R$ 25 milhões para pesquisa e desenvolvimento de 30 espécies madeireiras nativas
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou, no final de 2025, um financiamento não reembolsável de...
(GERAL)
Relatório de Sustentabilidade da Bracell está entre os 15 melhores do Reporting Matters Brasil
A Bracell, uma das líderes globais na produção de celulose solúvel e especial, teve seu Relatório de...
(GERAL)
Exportações de móveis e colchões abrem 2026 em queda e refletem nova geografia do comércio global
Atualizações do Tarifaço americano, ratificação e entrada em vigor do Acordo Mercosul-União Europeia,...
(MERCADO)
Clonagem de araucárias acelera produção de semente e pesquisadores projetam “pomares de pinhão”
Pesquisa da Embrapa levou 15 anos para concretizar processo que altera o tamanho e o tempo de desenvolvimento da araucária.
Uma...
(TECNOLOGIA)













