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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Indústria de máquinas tem o melhor desempenho dos últimos nove anos
A indústria de máquinas e equipamentos atingiu um faturamento de R$ 45,613 bilhões em 2004, com crescimento de 30% sobre 2003, o que representa o melhor resultado desde 1995, quando houve a implantação do Plano Real. Segundo o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), Newton de Mello, esse desempenho é muito positivo para o desenvolvimento econômico do País, pois representa o aumento da capacidade e da competitividade da indústria brasileira de um modo geral, uma vez que o setor é multiplicador de riquezas.
Em 2004, o faturamento global do setor foi puxado tanto pelas exportações, que somaram US$ 6,841 bilhões, com um crescimento de 38,5% sobre 2003, quanto pelo mercado interno.O crescimento de 20,6% do consumo aparente – resultado da produção, mais as importações, menos as exportações – reflete um aquecimento do mercado interno. Segundo os indicadores econômicos da entidade, do total do faturamento do setor, 56,2% corresponde ao mercado interno e 43,8% ao mercado externo.
Newton de Mello ressalta que a produção local de máquinas e equipamentos está equiparada a das nações desenvolvidas. “Nenhum país, entre os cerca de 20 produtores mundiais de máquinas, pode pretender ter uma oferta de todos os tipos de equipamentos. O Brasil se desenvolveu no sentido correto, concentrando-se naqueles tipos de bens de capital em que tem qualidade e competitividade. Além da produção nacional de máquinas e equipamentos atingir fatia importante do mercado local, exporta quase 44% de sua produção”, afirma.
Os segmentos que mais contribuíram para o desempenho positivo do setor foram os de máquinas rodoviárias (+62,6%), máquinas para artigos plásticos (+56,7%), máquinas gráficas (53,6%) e máquinas-ferramenta (+51,1%).
O nível de utilização da capacidade instalada teve um aumento de 6,1% ao passar de 77,15%, em 2003, para 81,88%, em 2004. “A informação é positiva, sobretudo se levarmos em consideração a pesquisa realizada pela Abimaq, que aponta que o setor irá investir R$ 8,2 bilhões neste ano, 35% a mais que os R$ 6,101 bilhões aplicados em 2004. Essa disposição por parte dos empresários contribuirá para ampliar a capacidade de produção do setor”, avalia Newton de Mello.
Nível de emprego
A indústria de máquinas e equipamentos encerrou 2004 com um total de 207.312 empregados, o que representa um crescimento de 13,2% sobre os 183.064 funcionários de 2003. Ao todo, são mais de 24 mil novas vagas de mão-de-obra extremamente qualificada, que se caracteriza pela baixa rotatividade. Trata-se do melhor resultado desde 1995, quando o setor empregava, em média, 218.200 funcionários.
O nível de emprego apresentou elevação durante todo o ano passado, confirmando curva ascendente verificada em 2003. Contudo, em 2004, o aumento do nível de emprego passa a ser resultado também da reativação do mercado interno e não apenas das exportações.
Fonte: ABIMAQ – 02/02/2005
Em 2004, o faturamento global do setor foi puxado tanto pelas exportações, que somaram US$ 6,841 bilhões, com um crescimento de 38,5% sobre 2003, quanto pelo mercado interno.O crescimento de 20,6% do consumo aparente – resultado da produção, mais as importações, menos as exportações – reflete um aquecimento do mercado interno. Segundo os indicadores econômicos da entidade, do total do faturamento do setor, 56,2% corresponde ao mercado interno e 43,8% ao mercado externo.
Newton de Mello ressalta que a produção local de máquinas e equipamentos está equiparada a das nações desenvolvidas. “Nenhum país, entre os cerca de 20 produtores mundiais de máquinas, pode pretender ter uma oferta de todos os tipos de equipamentos. O Brasil se desenvolveu no sentido correto, concentrando-se naqueles tipos de bens de capital em que tem qualidade e competitividade. Além da produção nacional de máquinas e equipamentos atingir fatia importante do mercado local, exporta quase 44% de sua produção”, afirma.
Os segmentos que mais contribuíram para o desempenho positivo do setor foram os de máquinas rodoviárias (+62,6%), máquinas para artigos plásticos (+56,7%), máquinas gráficas (53,6%) e máquinas-ferramenta (+51,1%).
O nível de utilização da capacidade instalada teve um aumento de 6,1% ao passar de 77,15%, em 2003, para 81,88%, em 2004. “A informação é positiva, sobretudo se levarmos em consideração a pesquisa realizada pela Abimaq, que aponta que o setor irá investir R$ 8,2 bilhões neste ano, 35% a mais que os R$ 6,101 bilhões aplicados em 2004. Essa disposição por parte dos empresários contribuirá para ampliar a capacidade de produção do setor”, avalia Newton de Mello.
Nível de emprego
A indústria de máquinas e equipamentos encerrou 2004 com um total de 207.312 empregados, o que representa um crescimento de 13,2% sobre os 183.064 funcionários de 2003. Ao todo, são mais de 24 mil novas vagas de mão-de-obra extremamente qualificada, que se caracteriza pela baixa rotatividade. Trata-se do melhor resultado desde 1995, quando o setor empregava, em média, 218.200 funcionários.
O nível de emprego apresentou elevação durante todo o ano passado, confirmando curva ascendente verificada em 2003. Contudo, em 2004, o aumento do nível de emprego passa a ser resultado também da reativação do mercado interno e não apenas das exportações.
Fonte: ABIMAQ – 02/02/2005
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