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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Setor de celulose faz parceria com pequenos
Para escapar do custo, social e econômico, de comprar de novas terras, e ainda evitar o desabastecimento no futuro, as empresas de papel e celulose apostam em parcerias com pequenos e médios proprietários no plantio de árvores de eucalipto.
Nos próximos quatro anos, as empresas pretendem triplicar a participação das parcerias no total da produção do setor, segundo o presidente da Bracelpa (Associação Brasileiras das Empresas de Papel e Celulose), Osmar Zogbi. Atualmente, a produção é pequena, apenas 10% do total. "Hoje existe um déficit de 550 mil hectares de florestas por ano no Brasil em todos os setores consumidores de madeira. Como as empresas de papel têm projetos de ampliação de produção, a tendência é a de esse descasamento crescer.
O fomento [parceria] é uma das formas de equilibrar essa balança", disse Ézio Lopes, coordenador de fomento da Cenibra. Depois da instalação de fábricas de papel e celulose em regiões como Espírito Santo, Minas Gerais e Bahia, o preço das terras, em alguns casos, triplicou em poucos anos.
Como a plantação de eucaliptos leva no mínimo seis anos para começar o corte, as empresas preferem liberar parte de seus investimentos para parcerias. Segundo estimativa do gerente regional de florestas da Aracruz, Marcelo Ambrogi, não precisar comprar terras pode liberar até US$ 93 milhões para a empresa. A Aracruz pretende expandir sua base florestal basicamente por meio das parcerias. Para isso, vai aumentar triplicar a participação das parcerias no total produzido.
Fonte: Folha de S. Paulo – 18/01/2005
Nos próximos quatro anos, as empresas pretendem triplicar a participação das parcerias no total da produção do setor, segundo o presidente da Bracelpa (Associação Brasileiras das Empresas de Papel e Celulose), Osmar Zogbi. Atualmente, a produção é pequena, apenas 10% do total. "Hoje existe um déficit de 550 mil hectares de florestas por ano no Brasil em todos os setores consumidores de madeira. Como as empresas de papel têm projetos de ampliação de produção, a tendência é a de esse descasamento crescer.
O fomento [parceria] é uma das formas de equilibrar essa balança", disse Ézio Lopes, coordenador de fomento da Cenibra. Depois da instalação de fábricas de papel e celulose em regiões como Espírito Santo, Minas Gerais e Bahia, o preço das terras, em alguns casos, triplicou em poucos anos.
Como a plantação de eucaliptos leva no mínimo seis anos para começar o corte, as empresas preferem liberar parte de seus investimentos para parcerias. Segundo estimativa do gerente regional de florestas da Aracruz, Marcelo Ambrogi, não precisar comprar terras pode liberar até US$ 93 milhões para a empresa. A Aracruz pretende expandir sua base florestal basicamente por meio das parcerias. Para isso, vai aumentar triplicar a participação das parcerias no total produzido.
Fonte: Folha de S. Paulo – 18/01/2005
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