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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Floresta Plantada e Exportação
Em artigo publicado no jornal Gazeta Mercantil, no dia 20 de dezembro último, Carlos Augusto Lira Aguiar, vice-presidente da Bracelpa e diretorpresidente da Aracruz, traçou um panorama sobre os resultados alcançados pelo segmento de florestas plantadas e sua importância para o setor de agronegócios, uma das forças impulsionadoras dos bons resultados conquistados pela economia brasileira em 2004.
Segundo o autor, do total das exportações oriundas do agronegócio, 16% (US$ 5 bilhões) correspondem a produtos florestais, predominantemente originados de florestas plantadas de eucalipto e pinus, o que coloca o setor como o segundo colocado no ranking dos produtos agrícolas.
O resultado alcançado pelo segmento de florestas plantadas é fruto de décadas de pesquisa e desenvolvimento que culminaram com o aumento da produtividade do eucalipto e do pinus desde os anos 1970. As plantações de eucalipto passaram de 14 metros cúbicos por hectare/ano, durante a década de 1970, para 38 metros cúbicos por hectare/ano após 1995.
No mesmo período, as plantações de pinus passaram de 18 metros cúbicos por hectare/ano para 33 metros cúbicos por hecatare/ano. Além do aumento na produtividade por área plantada, o setor investiu também na otimização do cultivo, na colheita e no transporte da madeira, dotando os produtos brasileiros de uma competitividade única no mercado internacional, "vantagem que não tem sido utilizada pelo Brasil, que, por não contar com uma política pública, é incapaz de articular todos os interesses existentes no meio florestal".
Para o vice-presidente da Bracelpa, o crescimento da produção de florestas plantadas é mais um dos desafios nacionais que precisa ser vencido, podendo contribuir para a ampliação da participação brasileira no comércio internacional, hoje limitada a 3% do comércio global. Além disso, a atividade florestal plantada, como integrante do agronegócio, é capaz de gerar mais de 1,5 milhão de postos de trabalho nas atividades de silvicultura, de fixar a população no campo, de recuperar a vegetação nativa nas áreas de reserva legal, de proporcionar a preservação permanente e de confirmar sua vocação exportadora, argumenta Carlos Aguiar.
Na conclusão do artigo, o autor ressalta que o altamente competitivo setor de florestas plantadas – que comemora este ano 100 anos de atividades no país – necessita, com urgência, de um planejamento global que permita uma boa gestão do patrimônio florestal brasileiro, capaz de garantir a sustentabilidade de negócios como o da celulose e papel, siderurgia, móveis e chapas de madeira.
Fonte: Bracelpa News – 17/01/2005
Segundo o autor, do total das exportações oriundas do agronegócio, 16% (US$ 5 bilhões) correspondem a produtos florestais, predominantemente originados de florestas plantadas de eucalipto e pinus, o que coloca o setor como o segundo colocado no ranking dos produtos agrícolas.
O resultado alcançado pelo segmento de florestas plantadas é fruto de décadas de pesquisa e desenvolvimento que culminaram com o aumento da produtividade do eucalipto e do pinus desde os anos 1970. As plantações de eucalipto passaram de 14 metros cúbicos por hectare/ano, durante a década de 1970, para 38 metros cúbicos por hectare/ano após 1995.
No mesmo período, as plantações de pinus passaram de 18 metros cúbicos por hectare/ano para 33 metros cúbicos por hecatare/ano. Além do aumento na produtividade por área plantada, o setor investiu também na otimização do cultivo, na colheita e no transporte da madeira, dotando os produtos brasileiros de uma competitividade única no mercado internacional, "vantagem que não tem sido utilizada pelo Brasil, que, por não contar com uma política pública, é incapaz de articular todos os interesses existentes no meio florestal".
Para o vice-presidente da Bracelpa, o crescimento da produção de florestas plantadas é mais um dos desafios nacionais que precisa ser vencido, podendo contribuir para a ampliação da participação brasileira no comércio internacional, hoje limitada a 3% do comércio global. Além disso, a atividade florestal plantada, como integrante do agronegócio, é capaz de gerar mais de 1,5 milhão de postos de trabalho nas atividades de silvicultura, de fixar a população no campo, de recuperar a vegetação nativa nas áreas de reserva legal, de proporcionar a preservação permanente e de confirmar sua vocação exportadora, argumenta Carlos Aguiar.
Na conclusão do artigo, o autor ressalta que o altamente competitivo setor de florestas plantadas – que comemora este ano 100 anos de atividades no país – necessita, com urgência, de um planejamento global que permita uma boa gestão do patrimônio florestal brasileiro, capaz de garantir a sustentabilidade de negócios como o da celulose e papel, siderurgia, móveis e chapas de madeira.
Fonte: Bracelpa News – 17/01/2005
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