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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Japoneses querem financiar projetos na Amazônia
Consultores do Banco de Cooperação Japonês irão visitar sete estados da Amazônia para fazer um levantamento das atividades econômicas que priorizam a preservação ambiental da região.
O objetivo é definir uma linha de financiamento dos projetos para fomentar as parcerias econômicas, com ênfase nos programas ambientais. O programa de visitas começou pelo Pará. Técnicos japoneses estiveram na Secretaria Executiva de Agricultura (Sagri), acompanhados pelo consultor Walter Cassiano, do Banco da Amazônia, que intermediará o financiamento do banco japonês.
Durante a visita, o secretário executivo de Agricultura, Francisco Victer, fez questão de ressaltar que uma das bandeiras do governo paraense é o desenvolvimento sustentável, baseado na exploração do potencial característico da região, rica em biodiversidade.
'O Pará possui mais de 2/3 de seu território composto por florestas inalteradas e menos de 1/3 por áreas que sofreram alterações resultantes de atividades como pecuária e extração madeireira, que provocam o empobrecimento do solo', informou. De acordo com o secretário, essas áreas precisam de investimento em tecnologia para sua recuperação, a fim de serem incorporadas ao processo produtivo. Para isso é necessária a criação de uma rede de laboratórios de análise física, química e biológica do solo para subsidiar projetos de plantio sem queima e com rotação de culturas, e também de pecuária.
Outra área que exige investimento no setor agrícola do estado está relacionada à produção de sementes e mudas de qualidade para desenvolver a agricultura. Hoje os produtores dependem da importação desses insumos, o que encarece o custo de produção.
Fonte: O Liberal – 12/01/2005
O objetivo é definir uma linha de financiamento dos projetos para fomentar as parcerias econômicas, com ênfase nos programas ambientais. O programa de visitas começou pelo Pará. Técnicos japoneses estiveram na Secretaria Executiva de Agricultura (Sagri), acompanhados pelo consultor Walter Cassiano, do Banco da Amazônia, que intermediará o financiamento do banco japonês.
Durante a visita, o secretário executivo de Agricultura, Francisco Victer, fez questão de ressaltar que uma das bandeiras do governo paraense é o desenvolvimento sustentável, baseado na exploração do potencial característico da região, rica em biodiversidade.
'O Pará possui mais de 2/3 de seu território composto por florestas inalteradas e menos de 1/3 por áreas que sofreram alterações resultantes de atividades como pecuária e extração madeireira, que provocam o empobrecimento do solo', informou. De acordo com o secretário, essas áreas precisam de investimento em tecnologia para sua recuperação, a fim de serem incorporadas ao processo produtivo. Para isso é necessária a criação de uma rede de laboratórios de análise física, química e biológica do solo para subsidiar projetos de plantio sem queima e com rotação de culturas, e também de pecuária.
Outra área que exige investimento no setor agrícola do estado está relacionada à produção de sementes e mudas de qualidade para desenvolver a agricultura. Hoje os produtores dependem da importação desses insumos, o que encarece o custo de produção.
Fonte: O Liberal – 12/01/2005
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