Voltar
Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Diversificação de produtos e mercados muda o perfil das exportações brasileiras
As exportações à Trinidad e Tobago, Polônia e Argélia, com os quais o Brasil não comercializava totalizaram mais de US$ 4 bilhões em 2004. "Tivemos um processo de diversificação acentuado do destino das exportações brasileiras", disse o secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento.
Segundo o secretário Ivan Ramalho, a inclusão desses novos destinos na pauta do comércio exterior brasileiro representou uma mudança significativa no perfil das exportações do país.
"Os maiores crescimentos das exportações no ano de 2004 ocorreram nas vendas destinadas a regiões não tradicionais, como, por exemplo, o Oriente Médio, a Europa Oriental, o Caribe e alguns países da África", afirmou.
Segundo Ramalho, o país que é tradicionalmente o maior comprador de produtos brasileiros, os Estados Unidos, fori responsável por adquirir "somente 20% do que o país exportou". "Os 80% restantes são destinados agora a dezenas de outros países", explicou.
Outra mudança significativa no perfil das exportações brasileiras, destacada por Ramalho, foi o ingresso de 600 novos produtos na pauta de exportações, em um universo de 7.100 itens exportados. "Nós tivemos um ingresso de um número considerável de novos produtos, aproximadamente 600, produtos que até 2003 não eram ainda exportados", ressaltou.
Há 40 anos, 93% das exportações brasileiras eram de produtos básicos (gêneros não industrializados, como minérios e grãos) ou semimanufaturados (produtos em parte industrializados, com baixo valor agregado, como farelo de soja e madeira serrada). Somente 6% eram de produtos manufaturados (gêneros industrializados com alto valor agregado, como tratores e aviões).
Hoje, o país exporta aproximadamente 45% em produtos básicos e semimanufaturados, e 55% em produtos manufaturados, sendo que os itens que mais cresceram foram aeronaves (+68,6%) e tratores (+90,4%). O recorde da exportação de produtos manufaturados ocorreu em 1993, quando o país exportou 59% em artigos desse gênero.
As principais regiões em que o Brasil expandiu suas exportações em 2004 foram: Mercosul, acréscimo de 57,1% (somente para a Argentina o aumento foi de 61,7%); Aladi (Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Cuba, Equador, México, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela) excetuado o Mercosul, crescimento de 48,8%; África (+48,4%); Oriente Médio (+31,4%); União Européia (+30,9%); Ásia (+24,7%); Europa Oriental (+22,7%) e Estados Unidos (+20,4%).
Fonte: Panorama Brasil – 06/01/2005
Segundo o secretário Ivan Ramalho, a inclusão desses novos destinos na pauta do comércio exterior brasileiro representou uma mudança significativa no perfil das exportações do país.
"Os maiores crescimentos das exportações no ano de 2004 ocorreram nas vendas destinadas a regiões não tradicionais, como, por exemplo, o Oriente Médio, a Europa Oriental, o Caribe e alguns países da África", afirmou.
Segundo Ramalho, o país que é tradicionalmente o maior comprador de produtos brasileiros, os Estados Unidos, fori responsável por adquirir "somente 20% do que o país exportou". "Os 80% restantes são destinados agora a dezenas de outros países", explicou.
Outra mudança significativa no perfil das exportações brasileiras, destacada por Ramalho, foi o ingresso de 600 novos produtos na pauta de exportações, em um universo de 7.100 itens exportados. "Nós tivemos um ingresso de um número considerável de novos produtos, aproximadamente 600, produtos que até 2003 não eram ainda exportados", ressaltou.
Há 40 anos, 93% das exportações brasileiras eram de produtos básicos (gêneros não industrializados, como minérios e grãos) ou semimanufaturados (produtos em parte industrializados, com baixo valor agregado, como farelo de soja e madeira serrada). Somente 6% eram de produtos manufaturados (gêneros industrializados com alto valor agregado, como tratores e aviões).
Hoje, o país exporta aproximadamente 45% em produtos básicos e semimanufaturados, e 55% em produtos manufaturados, sendo que os itens que mais cresceram foram aeronaves (+68,6%) e tratores (+90,4%). O recorde da exportação de produtos manufaturados ocorreu em 1993, quando o país exportou 59% em artigos desse gênero.
As principais regiões em que o Brasil expandiu suas exportações em 2004 foram: Mercosul, acréscimo de 57,1% (somente para a Argentina o aumento foi de 61,7%); Aladi (Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Cuba, Equador, México, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela) excetuado o Mercosul, crescimento de 48,8%; África (+48,4%); Oriente Médio (+31,4%); União Européia (+30,9%); Ásia (+24,7%); Europa Oriental (+22,7%) e Estados Unidos (+20,4%).
Fonte: Panorama Brasil – 06/01/2005
Fonte:
Notícias em destaque
Contagem regressiva para as novas restrições da UE ao formaldeído na madeira
Os fornecedores de produtos e móveis de madeira para o mercado da União Europeia (UE) têm até agosto para se adequarem...
(INTERNACIONAL)
Conflitos, energia, vulnerabilidade estrutural e o papel da biomassa florestal
A segurança energética tornou-se novamente um tema central no cenário global, não como fenômeno isolado, mas...
(BIOENERGIA)
Parceria comercial visa desenvolver produtos de madeira resistentes ao fogo de última geração.
Os adesivos para madeira fornecem resistência estrutural essencial a produtos de madeira industrializada, como OSB (painel de madeira...
(TECNOLOGIA)
Canadá inicia investigação sobre suposto dumping de madeira compensada decorativa proveniente da China.
O Tribunal de Comércio Internacional do Canadá iniciou uma investigação preliminar sobre o alegado dumping e...
(INTERNACIONAL)
Mercado de móveis de luxo deve atingir US$ 8,17 bilhões até 2031.
Prevê-se que o mercado de mobiliário de luxo dos Estados Unidos cresça de US$ 6,29 bilhões em 2025 e US$ 6,55...
(MERCADO)
Como a fauna brasileira se adapta às florestas plantadas
O setor de árvores cultivadas no Brasil atingiu receita bruta de R$ 240 bilhões e responde por recordes de exportação...
(MEIO AMBIENTE)














