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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Setor de papel realiza pesquisa sobre e-business
A Associação Brasileira de e-business realizou uma pesquisa mapeando o setor de papel. O estudo foi realizado com 15 empresas: Antilhas, Iguaçu, International Paper, Irani, Klabin, Miguel Forte, N. S. Penha, Resmapel, Ripasa, Santher, São Roberto, Suzano (SPP-Nemo),T-Janer, Tetra Pak e VCP.
Dentre os fatores estratégicos que as empresas adotam atualmente para se diferenciar no mercado, o destaque foi o relacionamento e atendimento ao cliente, com 24%. Qualidade dos produtos ficou praticamente empatado, com 23,8%.
Em 2004, as prioridades de investimentos no setor centraram-se principalmente na integração de processos internos, com 22,1%. Em 2005, os investimentos serão direcionados para a integração com clientes.
Em relação aos dados quantitativos, foi observado que 40% das empresas ainda não praticam vendas de forma eletrônica. Em contrapartida, para 20% das empresas o canal on-line é responsável por mais de 31% das transações dos pedidos. A média ponderada do volume transacionado de forma eletrônica em relação às vendas totais é de 14,8%.
O setor também se mostrou maduro para realizar um avanço nas relações colaborativas. 100% dos participantes da pesquisa acham viável realizar um planejamento de vendas mais acurado com seus clientes e 28,6 dizem que já praticam. 78,6% consideram viável realizar compras agregadas de materiais produtivos com outras indústrias do mesmo setor, enquanto apenas 11,8% praticam.
A partir dessa pesquisa, a Associação Brasileira de e-business criou o Comitê Executivo de Celulose e Papel. "O Objetivo é reunir o setor para entender e antecipar o comportamento domercado", explicou Richard Lowenthal, presidente executivo da Associação.
A primeira reunião já foi realizada e contou com a presença de algumas das mais representativas empresas do setor. De acordo com os membros, o próximo passo é criar um programa que estimule ospequenos e médios clientes (principalmente as gráficas) a aderirem ao meio digital.
Atualmente, existe uma barreira cultural dessas empresas em relação à utilização dos negócios eletrônicos. "A Associação desenvolverá em 2005, uma série de ações visando mostrar os benefícios do e-business a esse público, o que certamente desenvolverá o mercado, reduzindo custos em toda a cadeia", afirmou Lowenthal.
Fonte: Terra Informática – 03/01/2004
Dentre os fatores estratégicos que as empresas adotam atualmente para se diferenciar no mercado, o destaque foi o relacionamento e atendimento ao cliente, com 24%. Qualidade dos produtos ficou praticamente empatado, com 23,8%.
Em 2004, as prioridades de investimentos no setor centraram-se principalmente na integração de processos internos, com 22,1%. Em 2005, os investimentos serão direcionados para a integração com clientes.
Em relação aos dados quantitativos, foi observado que 40% das empresas ainda não praticam vendas de forma eletrônica. Em contrapartida, para 20% das empresas o canal on-line é responsável por mais de 31% das transações dos pedidos. A média ponderada do volume transacionado de forma eletrônica em relação às vendas totais é de 14,8%.
O setor também se mostrou maduro para realizar um avanço nas relações colaborativas. 100% dos participantes da pesquisa acham viável realizar um planejamento de vendas mais acurado com seus clientes e 28,6 dizem que já praticam. 78,6% consideram viável realizar compras agregadas de materiais produtivos com outras indústrias do mesmo setor, enquanto apenas 11,8% praticam.
A partir dessa pesquisa, a Associação Brasileira de e-business criou o Comitê Executivo de Celulose e Papel. "O Objetivo é reunir o setor para entender e antecipar o comportamento domercado", explicou Richard Lowenthal, presidente executivo da Associação.
A primeira reunião já foi realizada e contou com a presença de algumas das mais representativas empresas do setor. De acordo com os membros, o próximo passo é criar um programa que estimule ospequenos e médios clientes (principalmente as gráficas) a aderirem ao meio digital.
Atualmente, existe uma barreira cultural dessas empresas em relação à utilização dos negócios eletrônicos. "A Associação desenvolverá em 2005, uma série de ações visando mostrar os benefícios do e-business a esse público, o que certamente desenvolverá o mercado, reduzindo custos em toda a cadeia", afirmou Lowenthal.
Fonte: Terra Informática – 03/01/2004
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