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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Secretaria do Meio Ambiente do AP cria comitês para combater queimadas
O aumento das queimadas no Amapá está levando a Sema - Secretaria de estado do Meio Ambiente a criar, em vários municípios, comitês de combate a incêndios florestais. Os maiores focos de calor captados por satélites ficam nas áreas de entorno das BRs 156 e 210, e das rodovias estaduais, além das áreas de preservação ambiental e nos assentamentos. Pelos dados da Sema, os municípios de Pracuúba, Oiapoque e Laranjal do Jari são os mais afetados pelas queimadas descontroladas.
As estatísticas mostram que os focos de calor vêm aumento de forma acentuada, no Amapá. Pior de tudo: sem controle. Os programas de assentamentos federais, em alguns municípios, não são acompanhados por técnicos que poderiam orientar os agricultores sobre a problemática de atear fogo sem conhecimento. Os assentados, por exemplo, não informam ao Ibama - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis quando e onde vão provocar queimadas. Eles também não estão informando também o acervo para fazer a queimada e nem a área de proteção.
Tecnologia - O Ibama tem um departamento especializado em combate a incêndios florestais, com equipamentos modernos de orientação por satélite. Tudo isso poderia estar sendo usado em benefício dos próprios agricultores, caso eles planejassem, juntamente com os técnicos do órgão, as queimadas autorizadas. Para ser ter uma idéia da extensão do problema, no ano de 2002 o Amapá registrou 2.5 mil focos de calor, número que foi duplicado no ano passado para 5.4 mil. Este ano, até outubro, a situação já era alarmente, pois os números já ultrapassavam os 6.8 mil focos. Os municípios de Macapá e Santana registram 16% das queimadas no Estado, com incidência nas áreas de ressacas e de preservação ambiental.
Fonte: Ambiente Brasil – 22/12/2004
As estatísticas mostram que os focos de calor vêm aumento de forma acentuada, no Amapá. Pior de tudo: sem controle. Os programas de assentamentos federais, em alguns municípios, não são acompanhados por técnicos que poderiam orientar os agricultores sobre a problemática de atear fogo sem conhecimento. Os assentados, por exemplo, não informam ao Ibama - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis quando e onde vão provocar queimadas. Eles também não estão informando também o acervo para fazer a queimada e nem a área de proteção.
Tecnologia - O Ibama tem um departamento especializado em combate a incêndios florestais, com equipamentos modernos de orientação por satélite. Tudo isso poderia estar sendo usado em benefício dos próprios agricultores, caso eles planejassem, juntamente com os técnicos do órgão, as queimadas autorizadas. Para ser ter uma idéia da extensão do problema, no ano de 2002 o Amapá registrou 2.5 mil focos de calor, número que foi duplicado no ano passado para 5.4 mil. Este ano, até outubro, a situação já era alarmente, pois os números já ultrapassavam os 6.8 mil focos. Os municípios de Macapá e Santana registram 16% das queimadas no Estado, com incidência nas áreas de ressacas e de preservação ambiental.
Fonte: Ambiente Brasil – 22/12/2004
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