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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Dólar mais baixo para manter competitividade no exterior
Dia 13, a Associação das Indústrias de Móveis do Estado do Rio Grande do Sul – Movergs – reuniu moveleiros para discutir o atual câmbio do dólar que está prejudicando sensivelmente as exportações.
A entidade entende que a moeda americana deve chegar ao patamar de R$3,00 /3,05 , para que as indústrias possam manter os compromissos lá fora. A valorização do real frente ao dólar, somada ao aumento dos insumos, dos fretes internos e dos fretes marítimos tornam difíceis as negociações.
Na reunião ficou também acertado que a entidade deve manifestar-se contrária aos acordos de livre comércio com a China, já que esse país já inibe as vendas no mercado externo, através da compra de matérias-primas brasileiras a preços baixos.
A vice-presidente da entidade, Maristela Cosin Longhi, que na ocasião dirigiu os trabalhos, ressaltou a importância de buscar os apoios do estado de Santa Catarina e de outras entidades afins, já que a manutenção do atual quadro leva as empresas a um processo de descapitalização. A entidade entende que não adianta os governos incentivarem as exportações, se não existem políticas de garantia. Ela conclui que “hoje, mesmo sem margem, os exportadores estão bancando os contratos firmados para a conquista e manutenção dos clientes estrangeiros. Exportação é um negócio muito sério e o atual câmbio compromete imagem do país no avanço de novas negociações".
Fonte: Global 21 – 16/12/2004
A entidade entende que a moeda americana deve chegar ao patamar de R$3,00 /3,05 , para que as indústrias possam manter os compromissos lá fora. A valorização do real frente ao dólar, somada ao aumento dos insumos, dos fretes internos e dos fretes marítimos tornam difíceis as negociações.
Na reunião ficou também acertado que a entidade deve manifestar-se contrária aos acordos de livre comércio com a China, já que esse país já inibe as vendas no mercado externo, através da compra de matérias-primas brasileiras a preços baixos.
A vice-presidente da entidade, Maristela Cosin Longhi, que na ocasião dirigiu os trabalhos, ressaltou a importância de buscar os apoios do estado de Santa Catarina e de outras entidades afins, já que a manutenção do atual quadro leva as empresas a um processo de descapitalização. A entidade entende que não adianta os governos incentivarem as exportações, se não existem políticas de garantia. Ela conclui que “hoje, mesmo sem margem, os exportadores estão bancando os contratos firmados para a conquista e manutenção dos clientes estrangeiros. Exportação é um negócio muito sério e o atual câmbio compromete imagem do país no avanço de novas negociações".
Fonte: Global 21 – 16/12/2004
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