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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Design chega a pequenas empresas.
O objetivo do CSPD é mostrar ao empresário da micro e pequena indústria que o design agrega valor ao produto. O design começa a ser visto pelos pequenos empresários como uma ferramenta capaz de ajudar a ampliar as vendas, aumentar a competitividade e reduzir os custos de produção em indústrias de micro, pequeno e médio porte. Por intermédio do Centro de Design São Paulo (CSPD), uma sociedade civil sem fins lucrativos, os empresários investem em estética e agregam valor ao produto. O Centro dá suporte à indústria na busca de profissionais capacitados para atender à necessidade do empresário, tanto para o desenvolvimento e execução de projetos como na otimização da linha de produção. "Verificamos o problema da empresa e elaboramos um briefing para apresentar aos escritórios de design", afirma Ricardo Scura, consultor do CSPD.
O centro seleciona de três a dez escritórios e sugere que os empresários consultem todos. Segundo a gerente Sheila Brabo, o CSPD auxilia em todas as fases do processo, desde a contratação do escritório, execução do projeto, cumprimento de prazos, até a prototipagem. "A intenção é implantar a cultura de que o design agrega valor ao produto", afirma.
O CSPD, criado no ano passado em parceria da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo (IPT), Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-SP) e Secretaria da Ciência, Tecnologia, Desenvolvimento Econômico e Turismo, funciona como uma gerência de design da indústria.
De acordo com Scura, o centro difunde a importância do design para o produto nacional. "Os produtos nacionais têm de inserir design. O projeto de design não cuida só da questão estética", diz. O design reduz custo de fabricação, aumenta preço final do produto e as vendas. "No exterior, essa cultura existe há muito tempo", diz.
O CSPD já atendeu 63 empresas. Desse total 20% dos projetos estão concluídos; 42% aguardam recursos e 38% estão em andamento. Já existe projeto para expandir o CSPD para outros estados como Rio de Janeiro, Manaus, Amapá, Rio Grande do Sul e Paraná. Sheila comenta que o CSPD não tinha uma metodologia para seguir. "Tivemos de criar e desenvolver metodologia própria porque as estrangeiras não eram aplicadas a nossa realidade", explica.
Fonte: Gazeta
04/jul/03
O centro seleciona de três a dez escritórios e sugere que os empresários consultem todos. Segundo a gerente Sheila Brabo, o CSPD auxilia em todas as fases do processo, desde a contratação do escritório, execução do projeto, cumprimento de prazos, até a prototipagem. "A intenção é implantar a cultura de que o design agrega valor ao produto", afirma.
O CSPD, criado no ano passado em parceria da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo (IPT), Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-SP) e Secretaria da Ciência, Tecnologia, Desenvolvimento Econômico e Turismo, funciona como uma gerência de design da indústria.
De acordo com Scura, o centro difunde a importância do design para o produto nacional. "Os produtos nacionais têm de inserir design. O projeto de design não cuida só da questão estética", diz. O design reduz custo de fabricação, aumenta preço final do produto e as vendas. "No exterior, essa cultura existe há muito tempo", diz.
O CSPD já atendeu 63 empresas. Desse total 20% dos projetos estão concluídos; 42% aguardam recursos e 38% estão em andamento. Já existe projeto para expandir o CSPD para outros estados como Rio de Janeiro, Manaus, Amapá, Rio Grande do Sul e Paraná. Sheila comenta que o CSPD não tinha uma metodologia para seguir. "Tivemos de criar e desenvolver metodologia própria porque as estrangeiras não eram aplicadas a nossa realidade", explica.
Fonte: Gazeta
04/jul/03
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