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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Proarco será mantido após término de financiamento
O Programa de Prevenção e Controle de Queimadas e Incêndios Florestais na Amazônia Legal (Proarco) apresentou, ontem, os resultados do projeto iniciado em 1998. O objetivo do encontro foi mostrar ao Banco Mundial, financiador do programa, as realizações ao longo dos seis anos de parceria.
Apesar do fim do acordo de empréstimo, previsto para o dia 31 de dezembro, o Proarco será mantido. Estão em negociação formas de garantir a autosuficiência financeira do programa. "A idéia é que o novo projeto conte com recursos de doação do Banco Mundial e de outras parcerias a serem definidas", diz o diretor de Proteção Ambiental do Ibama, Flávio Montiel.
Segundo o diretor, o próximo passo é rediscutir o projeto para incorporar novos elementos de gestão do fogo. Uma das propostas é unificar Procarco e Prevfogo num centro de monitoramento. Também está em discussão fortalecer o projeto nos estados.
Quando foi criado, o Proarco tinha as funções de prevenir e, principalmente, combater grandes incêndios na parte sul da Amazônia. Hoje, o programa atua em toda a Amazônia Legal. De acordo com o coordenador do Proarco, Ari Nogueira, o projeto, de origem emergencial, com o tempo, foi ganhando outros rumos. "A partir da demanda, o projeto foi sendo alterado", afirma. "Entretanto, do ponto de vista do Banco Mundial, o Proarco continua tendo caráter emergencial", completa.
No encontro, foi discutida a incorporação do Proarco ao Ibama, uma das preocupações da instituição dentro da gestão. "Houve, do ponto de vista da sustentabilidade, uma preocupação em se criar canais para que toda a experiência do Proarco seja incorporada", conta Montiel. Outra preocupação do Ibama é com a realização do trabalho junto às suas gerências executivas. "O Proarco dará condições de desenvolvimento de todas as ações desde que não haja uma descentralização das gerências".
Fonte: Ibama – 01/12/2004
Apesar do fim do acordo de empréstimo, previsto para o dia 31 de dezembro, o Proarco será mantido. Estão em negociação formas de garantir a autosuficiência financeira do programa. "A idéia é que o novo projeto conte com recursos de doação do Banco Mundial e de outras parcerias a serem definidas", diz o diretor de Proteção Ambiental do Ibama, Flávio Montiel.
Segundo o diretor, o próximo passo é rediscutir o projeto para incorporar novos elementos de gestão do fogo. Uma das propostas é unificar Procarco e Prevfogo num centro de monitoramento. Também está em discussão fortalecer o projeto nos estados.
Quando foi criado, o Proarco tinha as funções de prevenir e, principalmente, combater grandes incêndios na parte sul da Amazônia. Hoje, o programa atua em toda a Amazônia Legal. De acordo com o coordenador do Proarco, Ari Nogueira, o projeto, de origem emergencial, com o tempo, foi ganhando outros rumos. "A partir da demanda, o projeto foi sendo alterado", afirma. "Entretanto, do ponto de vista do Banco Mundial, o Proarco continua tendo caráter emergencial", completa.
No encontro, foi discutida a incorporação do Proarco ao Ibama, uma das preocupações da instituição dentro da gestão. "Houve, do ponto de vista da sustentabilidade, uma preocupação em se criar canais para que toda a experiência do Proarco seja incorporada", conta Montiel. Outra preocupação do Ibama é com a realização do trabalho junto às suas gerências executivas. "O Proarco dará condições de desenvolvimento de todas as ações desde que não haja uma descentralização das gerências".
Fonte: Ibama – 01/12/2004
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