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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Governo anuncia medidas contra o desmatamento na Amazônia
De imediato, o governo gastará R$ 20 milhões com a fiscalização no Arco do Desflorestamento, a região da Amazônia onde a expansão da fronteira agrícola provoca derrubada de florestas.
Nenhuma política de crédito agrícola, assentamento ou obra de infra-estrutura será realizada no País sem garantir qualidade ambiental. O compromisso do governo Lula, anunciado nesta quarta-feira após reunião entre cinco ministros e um secretário-executivo, é uma das respostas ao avanço do desmatamento na Amazônia. De imediato, o governo gastará R$ 20 milhões com a fiscalização no Arco do Desflorestamento, a região da Amazônia onde a expansão da fronteira agrícola provoca derrubada de florestas. E uma série de medidas estruturantes começam a ser traçadas combinando meio ambiente e criação de emprego.
O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) confirmou que 18.200 quilômetros quadrados de floresta foram destruídos em 2001 e estimou que uma perda de vegetação de outros 25.500 quilômetros em 2002. E segundo a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, o desmatamento neste ano será igualmente grave. "Não se consegue reverter um processo em alta velocidade de uma hora para outra", disse a ministra.
O instituto já detonou operações de fiscalização em 14 áreas críticas no Pará, Mato Grosso e Rondônia para combater grilagem de terras públicas e desmatamentos sem autorização. A fiscalização será realizada com imagens de satélite e informações de campo. O governo decidiu criar também um sistema único de licenciamento de propriedade rural, que conterá cadastro ambiental e fundiário e georeferenciamento das propriedades. Um grupo de trabalho com dez ministérios foi criado para detalhar programa de geração de renda e emprego nos municípios mais afetados pelo desmatamento.
Sandra Sato
Fonte: Estadão
03/jul/03
Nenhuma política de crédito agrícola, assentamento ou obra de infra-estrutura será realizada no País sem garantir qualidade ambiental. O compromisso do governo Lula, anunciado nesta quarta-feira após reunião entre cinco ministros e um secretário-executivo, é uma das respostas ao avanço do desmatamento na Amazônia. De imediato, o governo gastará R$ 20 milhões com a fiscalização no Arco do Desflorestamento, a região da Amazônia onde a expansão da fronteira agrícola provoca derrubada de florestas. E uma série de medidas estruturantes começam a ser traçadas combinando meio ambiente e criação de emprego.
O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) confirmou que 18.200 quilômetros quadrados de floresta foram destruídos em 2001 e estimou que uma perda de vegetação de outros 25.500 quilômetros em 2002. E segundo a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, o desmatamento neste ano será igualmente grave. "Não se consegue reverter um processo em alta velocidade de uma hora para outra", disse a ministra.
O instituto já detonou operações de fiscalização em 14 áreas críticas no Pará, Mato Grosso e Rondônia para combater grilagem de terras públicas e desmatamentos sem autorização. A fiscalização será realizada com imagens de satélite e informações de campo. O governo decidiu criar também um sistema único de licenciamento de propriedade rural, que conterá cadastro ambiental e fundiário e georeferenciamento das propriedades. Um grupo de trabalho com dez ministérios foi criado para detalhar programa de geração de renda e emprego nos municípios mais afetados pelo desmatamento.
Sandra Sato
Fonte: Estadão
03/jul/03
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