Voltar
Notícias
06
mai
2015
(MÓVEIS)
Desemprego cresce no setor moveleiro nacional em fevereiro
Os debates sobre a terceirização do trabalho no Brasil geraram polêmica nas últimas semanas – entretanto, são os dados atuais relacionados a emprego no território nacional que merecem ainda mais atenção. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 5,9% da população economicamente ativa está sem trabalho. A taxa de desemprego registrada em fevereiro atingiu o maior nível desde 2011.
No setor moveleiro nacional, a situação também preocupa – o ano de 2015 registra queda de -2,5% no volume de pessoal ocupado, com leve variação positiva de 0,1% em fevereiro. Na indústria de transformação a queda foi de -4,5%. Em janeiro foram abertos apenas 24 postos de trabalho no setor moveleiro nacional, chegando em 275.173 os empregos diretos, uma alta de 0,7% sobre dezembro de 2014.
Apesar do recuo nacional, o Rio Grande do Sul parece recuperar o fôlego. Em fevereiro, a indústria moveleira do Estado admitiu mais do que demitiu. A abertura de 75 postos de trabalho faz com que o setor acumule 39.308 empregos diretos. O cenário é de uma alta de 0,8% em relação a dezembro de 2014. Já a média salarial do setor de móveis desvalorizou 29% em janeiro, chegando a R$ 791,47 e representando 54% da média salarial da indústria de transformação, que registra média de R$ 1.459,10 com alta de 1,5% no ano.
SINAL DE ALERTA
Diante de números pouco promissores, o posicionamento da indústria tem sido de cautela devido às dificuldades que o segmento enfrentou, com o custo Brasil e a alta da inflação e juros, entre outros fatores. “Com o consumo e a produção em queda, é possível que o setor acabe mantendo uma política de demissões na indústria, ainda pouco expressiva. É preciso continuar investindo na qualificação de mão de obra e nos diferenciais dos produtos. Para impulsionar ainda mais o setor é preciso adoção de soluções inovadoras e serviços de qualidade para que os móveis cheguem ao consumidor final cada vez mais competitivos e atrativos”, destaca o presidente da MOVERGS, Ivo Cansan, A produção de móveis nacional recuou 9,2% em fevereiro, acumulando queda de 10,8% no ano. Em valores nominais a receita da indústria caiu 8,1% no mês e 8,2% no ano.
A produção de móveis do Rio Grande do Sul atingiu 5,5 milhões de peças, representando uma variação mensal negativa de 11%. No ano, ou seja, comparando com o mesmo período do ano anterior o resultado foi um recuo de 10%. Essas e outras informações estão compiladas no relatório Conjuntura e Comércio Externo de Móveis no Brasil, elaborado pelo Instituto de Estudos e Marketing Industrial (IEMI).
No setor moveleiro nacional, a situação também preocupa – o ano de 2015 registra queda de -2,5% no volume de pessoal ocupado, com leve variação positiva de 0,1% em fevereiro. Na indústria de transformação a queda foi de -4,5%. Em janeiro foram abertos apenas 24 postos de trabalho no setor moveleiro nacional, chegando em 275.173 os empregos diretos, uma alta de 0,7% sobre dezembro de 2014.
Apesar do recuo nacional, o Rio Grande do Sul parece recuperar o fôlego. Em fevereiro, a indústria moveleira do Estado admitiu mais do que demitiu. A abertura de 75 postos de trabalho faz com que o setor acumule 39.308 empregos diretos. O cenário é de uma alta de 0,8% em relação a dezembro de 2014. Já a média salarial do setor de móveis desvalorizou 29% em janeiro, chegando a R$ 791,47 e representando 54% da média salarial da indústria de transformação, que registra média de R$ 1.459,10 com alta de 1,5% no ano.
SINAL DE ALERTA
Diante de números pouco promissores, o posicionamento da indústria tem sido de cautela devido às dificuldades que o segmento enfrentou, com o custo Brasil e a alta da inflação e juros, entre outros fatores. “Com o consumo e a produção em queda, é possível que o setor acabe mantendo uma política de demissões na indústria, ainda pouco expressiva. É preciso continuar investindo na qualificação de mão de obra e nos diferenciais dos produtos. Para impulsionar ainda mais o setor é preciso adoção de soluções inovadoras e serviços de qualidade para que os móveis cheguem ao consumidor final cada vez mais competitivos e atrativos”, destaca o presidente da MOVERGS, Ivo Cansan, A produção de móveis nacional recuou 9,2% em fevereiro, acumulando queda de 10,8% no ano. Em valores nominais a receita da indústria caiu 8,1% no mês e 8,2% no ano.
A produção de móveis do Rio Grande do Sul atingiu 5,5 milhões de peças, representando uma variação mensal negativa de 11%. No ano, ou seja, comparando com o mesmo período do ano anterior o resultado foi um recuo de 10%. Essas e outras informações estão compiladas no relatório Conjuntura e Comércio Externo de Móveis no Brasil, elaborado pelo Instituto de Estudos e Marketing Industrial (IEMI).
Fonte: Exata Comunicação
Notícias em destaque
Cientistas usam serragem misturada à argila para criar tijolo mais leve, prometem isolamento térmico eficiente e impressionam ao transformar descarte em solução para a obra
Pesquisa revela como resíduo da madeira pode reduzir peso dos tijolos e melhorar desempenho térmico, indicando alternativa...
(TECNOLOGIA)
O sucesso da silvicultura, a competitividade e o custo da madeira
Tem sido muito comum ouvirmos, “o custo da madeira está muito elevado e acabando com a competitividade dos setores industriais que se...
(SILVICULTURA)
Arauco reforça presença institucional na SP-Arte com prêmio e exposição, em edição que marca os 10 anos do setor de design
Pelo segundo ano consecutivo patrocinadora da feira, empresa apresenta a mostra "Existe uma árvore", por Livia Debbane, e realiza...
(EVENTOS)
Madeira engenheirada CLT desafia aço e concreto e promete obras até 2x mais rápidas com menor impacto ambiental na construção civil moderna
Painéis de madeira engenheirada CLT são instalados com precisão em obra moderna, destacando rapidez, eficiência e...
(MADEIRA E PRODUTOS)
Adição de terra preta no solo eleva diâmetro de árvore em até 88 por cento
Descoberta do mecanismo da terra preta na fertilização das árvores pode ajudar a recuperar áreas degradadas pelo...
(GERAL)
Em fevereiro, Amazônia registrou queda de 42 por cento em áreas desmatadas
Redução representa a preservação de 5 mil campos de futebol em um mês, a menor marca em oito anos, desde...
(DESMATAMENTO)













