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Notícias
05
mai
2015
(GERAL)
Pesquisadores de Araxá/MG alertam para extinção de planta medicinal
Pesquisadores e voluntários da Reserva Ecocerrado Brasil encontraram às margens da BR-262, em Araxá, grande quantidade de gritadeira, uma planta medicinal vulnerável de extinção. A preocupação é que elas podem deixar de existir em breve, já que a duplicação da rodovia irá atingir a área onde as espécies estão plantadas. De acordo com os pesquisadores, a planta pode ser utilizada no tratamento de doenças do sistema urinário.
Segundo os especialistas, a grande população de gritadeiras às margens da rodovia é algo considerado raríssimo. A mestre em biotecnologia Valéria Conde explica que a planta medicinal de uso comprovado está vulnerável de extinção. “Esta é uma planta muito sensível às alterações ambientais. Com a alteração de temperatura, ela pode ser uma das primeiras plantas a ser extintas”, explicou.
Desde janeiro deste ano, 8.000 sementes foram coletadas para estudos em universidades. Agora começam os serviços de transplante de alguns exemplares. Um trabalho que tem exigido pressa. Com a duplicação da BR-262, entre o Triângulo Mineiro e a região Centro-Oeste, os pesquisadores sabem que resta pouco tempo, já que o local em que as plantas nascem será substituído pelo asfalto.
O técnico químico Ferdinando Ceolin Neto tem preservado o que será destruído. “É uma planta que já tem um estudo científico e ela poderia e pode ser usada pelo ser humano”, explicou. Salvar a gritadeira tem um significado especial para a comunidade científica. Segundo os pesquisadores, a dificuldade de reprodução da espécie é enorme. Até o momento, só houve sucesso na reprodução em laboratório. A planta germinou, mas morreu ao chegar ao solo.
Os estudiosos são unânimes: precisam de mais tempo para estudar a espécie. A oportunidade pode estar em uma reserva de Araxá, voltada para o estudo de plantas medicinais. No local foram transplantadas mais de 100 unidades, mas só três sobreviveram. Elas recebem cuidado e identificação com o nome cientifico, mas já podem ganhar outro. “Batizar a planta como esperança não podemos por conta do nome científico, mas um apelido porque talvez esteja aí a salvação da lavoura”, finaliza Fernandino Neto.
Segundo os especialistas, a grande população de gritadeiras às margens da rodovia é algo considerado raríssimo. A mestre em biotecnologia Valéria Conde explica que a planta medicinal de uso comprovado está vulnerável de extinção. “Esta é uma planta muito sensível às alterações ambientais. Com a alteração de temperatura, ela pode ser uma das primeiras plantas a ser extintas”, explicou.
Desde janeiro deste ano, 8.000 sementes foram coletadas para estudos em universidades. Agora começam os serviços de transplante de alguns exemplares. Um trabalho que tem exigido pressa. Com a duplicação da BR-262, entre o Triângulo Mineiro e a região Centro-Oeste, os pesquisadores sabem que resta pouco tempo, já que o local em que as plantas nascem será substituído pelo asfalto.
O técnico químico Ferdinando Ceolin Neto tem preservado o que será destruído. “É uma planta que já tem um estudo científico e ela poderia e pode ser usada pelo ser humano”, explicou. Salvar a gritadeira tem um significado especial para a comunidade científica. Segundo os pesquisadores, a dificuldade de reprodução da espécie é enorme. Até o momento, só houve sucesso na reprodução em laboratório. A planta germinou, mas morreu ao chegar ao solo.
Os estudiosos são unânimes: precisam de mais tempo para estudar a espécie. A oportunidade pode estar em uma reserva de Araxá, voltada para o estudo de plantas medicinais. No local foram transplantadas mais de 100 unidades, mas só três sobreviveram. Elas recebem cuidado e identificação com o nome cientifico, mas já podem ganhar outro. “Batizar a planta como esperança não podemos por conta do nome científico, mas um apelido porque talvez esteja aí a salvação da lavoura”, finaliza Fernandino Neto.
Fonte: G1
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