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Notícias
27
abr
2015
(SETOR FLORESTAL)
Apple compra 146 mil m2 de florestas
A multinacional de produtos eletrônicos Apple deu mais um passo rumo à produção sustentável. Em parceria com a ONG The Conservation Fund, a empresa adquiriu extensas áreas florestais localizadas no estado de Maine e na Carolina do Norte, ambos nos Estados Unidos.
Negócios e conservação devem trabalhar de mãos dadas. É isso que afirma Lisa Jackson, vice-presidente de iniciativas ambientais da Apple, e Larry Selzer, presidente da The Conservation Fund. É de autoria deles o texto que conta a nova aposta da Apple para garantir a produção de embalagens sustentáveis para seus produtos.
Com uma área de mais de 146 mil metros quadrados, equivalente a cerca de 15 mil hectares de florestas, a empresa afirma que vai se esforçar para fornecer 100% das fibras virgens utilizadas em papeis e embalagens de florestas geridas de forma sustentável ou de fontes controladas de madeira.
A Apple defende que assim terá controle de sua cadeia produtiva. Enquanto supre a necessidades mercadológicas de papel e embalagem, a ONG vai gerenciar as florestas para que elas possam cumprir suas funções no ecossistema. “Isso ajuda a preservar o fornecimento de matérias-primas para papel, proporcionando proteção ambiental permanente e combate às alterações climáticas”, afirma o texto.
Há também críticas quanto a perdas de áreas verdes por parte das empresas norte-americana que também possuem propriedades florestais e extraem os recursos negligenciando as questões ambientais.
“Nossas florestas limpam o ar que respiramos, fornecem habitat para a vida selvagem, e filtram a água para mais da metade dos norte-americanos. Também são importantes para a economia, fornecendo 2,8 milhões de empregos. Florestas ‘de trabalho’ são diferentes das florestas nacionais protegidas, que são visitadas pelas famílias ou amigo”. Por meio do projeto Working Forest Fund (WFF), do Conservation Fund, a Apple vai apostar em outro tipo de conservação: extensas áreas verdes intactas em regiões privadas que estão em grave risco.
Por fim, a gigante de tecnologia espera que outras empresas se inspirem no exemplo e também juntem-se a ONG para avaliar e zerar suas próprias “pegadas” florestais.
Negócios e conservação devem trabalhar de mãos dadas. É isso que afirma Lisa Jackson, vice-presidente de iniciativas ambientais da Apple, e Larry Selzer, presidente da The Conservation Fund. É de autoria deles o texto que conta a nova aposta da Apple para garantir a produção de embalagens sustentáveis para seus produtos.
Com uma área de mais de 146 mil metros quadrados, equivalente a cerca de 15 mil hectares de florestas, a empresa afirma que vai se esforçar para fornecer 100% das fibras virgens utilizadas em papeis e embalagens de florestas geridas de forma sustentável ou de fontes controladas de madeira.
A Apple defende que assim terá controle de sua cadeia produtiva. Enquanto supre a necessidades mercadológicas de papel e embalagem, a ONG vai gerenciar as florestas para que elas possam cumprir suas funções no ecossistema. “Isso ajuda a preservar o fornecimento de matérias-primas para papel, proporcionando proteção ambiental permanente e combate às alterações climáticas”, afirma o texto.
Há também críticas quanto a perdas de áreas verdes por parte das empresas norte-americana que também possuem propriedades florestais e extraem os recursos negligenciando as questões ambientais.
“Nossas florestas limpam o ar que respiramos, fornecem habitat para a vida selvagem, e filtram a água para mais da metade dos norte-americanos. Também são importantes para a economia, fornecendo 2,8 milhões de empregos. Florestas ‘de trabalho’ são diferentes das florestas nacionais protegidas, que são visitadas pelas famílias ou amigo”. Por meio do projeto Working Forest Fund (WFF), do Conservation Fund, a Apple vai apostar em outro tipo de conservação: extensas áreas verdes intactas em regiões privadas que estão em grave risco.
Por fim, a gigante de tecnologia espera que outras empresas se inspirem no exemplo e também juntem-se a ONG para avaliar e zerar suas próprias “pegadas” florestais.
Fonte: CicloVivo
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